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Tracking Vox Populi: Dilma (PT) registra 53%; Serra (PSDB) mantém 22%

Tracking Vox Populi: Dilma (PT) registra 53%; Serra (PSDB) mantém 22%

A maior variação apontada na pesquisa desta terça-feira aconteceu nas regiões Centro-Oeste e Norte, onde a petista perdeu cinco pontos (passou de 56% para 51%). O candidato tucano subiu três pontos na região e chegou a 25% das preferências. Já Marina oscilou um ponto para baixo e tem 8%. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais

A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff (PT), oscilou um ponto para baixo no tracking Vox Populi/Band/iG desta terça-feira (14). A presidenciável petista soma 53% das intenções de voto, e venceria a disputa no primeiro turno.

 

José Serra (PSDB), com 22%, e Marina Silva (PV), com 8%, mantiveram os índices da medição anterior. Brancos e nulos chegam a 4% dos entrevistados. Não sabem ou não quiseram responder são 12% dos eleitores.

Dilma tem vantagem sobre os adversários em todas as regiões. Na pesquisa espontânea, quando o nome dos candidatos não é apresentado, Dilma recebe 44% das menções, enquanto Serra soma 18%. Marina tem 6%. O presidente Lula segue lembrado por 1% dos eleitores na espontânea.

A maior variação apontada na pesquisa desta terça-feira aconteceu nas regiões Centro-Oeste e Norte, onde a petista perdeu cinco pontos (passou de 56% para 51%). O candidato tucano subiu três pontos na região e chegou a 25% das preferências. Já Marina oscilou um ponto para baixo e tem 8%. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

No Sul, Serra passou de 31% para 29%. Nessa região, Dilma e Marina oscilaram um ponto para cima e têm 44% e 6%, respectivamente. Os três principais candidatos mantiveram os mesmos índices da medição anterior na região Sudeste (Dilma tem 46%, Serra 24% e Marina, 11%).

A cada dia, o Instituto Vox Populi realiza 500 novas entrevistas. A amostra consolidada com 2.000 entrevistas, portanto, só é totalmente renovada após quatro dias. O levantamento foi registrado junto ao TSE sob o nº 27.428/10.

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Centrais sindicais vão a Porto Alegre apoiar o senador Paulo Paim (PT)

As principais centrais sindicais brasileiras participarão de uma manifestação unitária do movimento sindical em apoio à reeleição do senador gaúcho Paulo Paim, que durante seus oito anos de mandato no Senado Federal teve atuação marcadamente voltada para melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores e as condições de trabalho nas empresas.

Nesta sexta-feira (17), dirigentes da CUT, Força, Sindical, UGT, Nova Central, CTB e CGTB desembarcam em Porto Alegre (RS), para dar peso político nacional ao Encontro de Sindicalistas com Paim.

O evento vai ser realizado a partir das 14 horas na Paróquia Nossa Senhora da Pompéia, no bairro de Humaitá, na capital gaúcha.

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“O Paim está acima de cores partidárias e das ideologias sindicais. Jogar um gás na sua campanha nesta reta final é muito importante, porque sua permanência no Senado representará um ganho muito grande para a classe trabalhadora”, afirma o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna).

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O aumento do déficit habitacional em Curitiba

Confrontando os números do estado com os da região metropolitana, é possível concluir que a capital e seu entorno con­­tinuam atraindo famílias e outras áreas, mas não está atendendo adequadamente à demanda habitacional

A Economia é mesmo uma ciência es­­tranha. Em alguns casos, duas boas notícias resultam em um número ruim. Foi o que aconteceu com o déficit habitacional brasileiro que cresceu cer­­ca de 330 mil unidades no ano passado, chegando a 4,8 milhões de moradias. As estimativas foram feitas a partir dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do IBGE. A alta registrada em 2009 reverteu uma série de três anos seguidos de queda desse indicador.

Mas, afinal, se o Brasil está vivendo um bom momento econômico, sendo inclusive um dos países menos afetados pela crise internacional, o que justifica essa má notícia? E os resultados do programa Minha Casa, Minha Vida?

Até certo ponto, a piora do déficit habitacional é um dos muitos males da prosperida­­de de curto prazo vivida pelo país e mostra o preço que se paga quando o crescimento é mal planejado e tem fundamentos frágeis. Entre 2008 e 2009, o número total de moradias no país cresceu 1,8%, o equivalente a cerca de 1 milhão de unidades. É bem mais do que o crescimento populacional que está na casa de 1% ao ano. Mas, impulsionado pelo bom mo­­men­­to do mercado de trabalho, o número total de famílias aumentou 2,3% no ano passado. Isso significa que foram formadas cerca de 1,4 milhão de novas famílias e, portanto, o crescimento do número de moradias não foi suficiente para atender à demanda. Em números relativos, o déficit habitacional brasileiro passou de 7,7% para 8,2% do número total de domicílios.

A mesma dinâmica foi observada tanto no estado do Paraná quanto na região metropolitana de Curitiba. No estado, o déficit passou de 145 mil para 181 mil unidades, fato que também interrompeu uma série de dois anos de queda no indicador. Em termos porcentuais, o déficit se elevou de 4,3% para 5,3% do número total de moradias. Uma vez mais, o grande culpado foi o descompasso entre o porcentual de crescimento do número de famílias (2,6%) e do número de moradias (1,4%) entre 2008 e 2009.

Mas os números mais preocupantes foram registrados na região metropolitana de Curi­­tiba. No mesmo período, foram formadas 42 mil novas famílias, um avanço de cerca de 4%, taxa muito elevada em termos nacionais. Em Porto Alegre, por exemplo, esse porcentual foi de 0,3% e, na região metropolitana de São Pau­­lo, o número de famílias caiu 0,7% no mesmo período. Já o estoque de residências em Curi­­tiba e região cresceu menos de 20 mil unidades, isto é, menos de 2%, menos da metade do porcentual de crescimento do número de fa­­mílias. Por causa disso, o déficit habitacional teve um aumento de 26 mil unidades na Gran­­de Curitiba, passando de 3,6% do total de moradias em 2008 para 6% em 2009.

Confrontando os números do estado com os da região metropolitana, é possível concluir que a capital e seu entorno continuam atrain­­do famílias e outras áreas, mas não está atendendo adequadamente a demanda habitacional. Por se tratar de uma área metropolitana, as políticas urbana e habitacional não podem ficar a cargo apenas das prefeituras. Estas de­­vem atuar em conjunto com o governo do es­­tado, seja no sentido de criar oportunidades de emprego e renda também no interior do esta­­do, seja no sentido de evitar a deterioração das condições habitacionais na metrópole. Caso contrário, Curitiba e seu entorno pagarão caro o preço de sua própria prosperidade. É uma dinâmica que põe em xeque a condição de Curi­­tiba como cidade-modelo de planejamen­­to urbano e qualidade de vida. São números que falam por si mesmos e exigirão atenção redobrada nos próximos anos.

Robson Gonçalves, economista, é professor do ISAE-FGV.

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Eleições 2010: Dilma cresce, vai a 50,5% seria eleita no 1º turno, diz Sensus

A candidata à Presidência Dilma Rousseff, da coligação Para o Brasil Seguir Mudando, ampliou para 24,1 pontos percentuais sua vantagem sobre o presidenciável demo-tucano, José Serra (PSDB) e consolidou a possibilidade de ser eleita no primeiro turno.

É o que revela pesquisa do instituto Sensus divulgada nesta terça-feira (14).

Segundo o levantamento, encomendado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), Dilma tem 50,5% das intenções de voto, enquanto Serra aparece com 26,4%, e Marina Silva (PV), com 8,9%. Os demais candidatos não chegaram a 1%. Votos nulos ou não souberam responder representa 12,6 %.

Neste levantamento foram considerados todos os candidatos que disputam a sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Se as eleições fossem hoje, Dilma venceria no primeiro turno.

O Sensus realizou 2 mil entrevistas, de 10 a 12 de setembro, em 136 municípios de 24 estados. Na pesquisa Sensus anterior, de 24 de agosto, Dilma tinha 46% das intenções de voto, enquanto Serra aparecia com 28,1% e Marina Silva (PV), com 8,1%.

Já na nova pesquisa espontânea (em que não é apresentado o nome do candidato), Dilma tem 44,3 %, Serra 23%, Marina 7,1 %. Na última pesquisa o quadro apontava Dilma com 37,2%; José Serra 21,2% e Marina Silva 6%.

Em um cenário de segundo turno, a pesquisa da CNT/Sensus aponta Dilma com 55,5 %, Serra com 32,9%. Marina apresenta o maior índice de rejeição, com 45% – seguida de Serra com 41,3% e Dilma 29,4%. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

De acordo com o levantamento, o governo Lula apresenta uma avaliação positiva de 78,4% e negativa de 3,9%. A aprovação pessoal de Lula é de 81,4%. Os eleitores que desaprovam Lula representam 12,2%.

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Neo-escravismo: indenização contra trabalho escravo chega a 448 mil

Três ações contra trabalho escravo resultaram no pagamento de R$ 448 mil em verbas rescisórias para 167 pessoas achadas em condições análogas à escravidão em plantações de morango, em Minas Gerais, e em canaviais, no Rio de Janeiro.

Em Campos, norte do Rio, a ação do Ministério Público do Trabalho achou 33 trabalhadores em situação irregular.

Em Minas, 51 trabalhadores de Cambuí, 447 km de Belo Horizonte foram encontrados em situação irregular em 12 de agosto 39 em condições análogas à escravidão.

De acordo com a Folha de São Paulo, o responsável não fornecia condições adequadas de trabalho, como água potável. Os nomes das empresas envolvidas não foram divulgados.