por master | 03/01/12 | Ultimas Notícias
Entrou em vigor, no domingo (1º), a nova tabela do imposto de renda (IR), reajustada em 4,5% e que valerá durante todo o ano-calendário de 2012, até 2014, com base na Lei 12.469, de 26 de agosto de 2011.
Assim como ocorre desde 2009, a tabela conta com quatro faixas tributáveis, além da isenta. A mudança foi anunciada em dezembro de 2008, pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, com o objetivo de desonerar a população e estimular o consumo.
Nova tabela
O reajuste da tabela só não beneficia quem já era isento, pois mesmo quem não mudar de faixa de tributação ganha com o aumento da parcela a deduzir.
Mas do que se trata esta parcela?
Por exemplo, se você possui uma renda tributável de R$ 2.500, de acordo com a tabela de 2011, está enquadrado na segunda faixa de tributação e paga 15% de imposto (ou R$ 375), mas, como tem uma parcela a deduzir de R$ 293,58, acaba recolhendo R$ 81,42 de imposto (ou 15% de R$ 2.500 – R$ 293,58).
Contudo, com a nova tabela, você continua recolhendo com a mesma alíquota de 15%, mas poderá deduzir R$ 306,80, de forma que pagará menos imposto no mês, R$ 68,20. Na prática, uma economia de R$ 13,22 por mês.
Veja como era a tabela no ano-calendário 2011 e como fica para o ano-calendário 2012: 15%
Entre R$ 2.453,51 e R$ 3.271,38 – R$ 306,80 – 22,5%
Entre R$ 3.130,52 e R$ 3.911,63 – R$ 528,37 – 22,5%
Entre R$ 3.271,39 e R$ 4.087,65 – R$ 552,15 – 27,5%
Acima de R$ 3.911,63 – R$ 723,95 – 27,5%
Acima de R$ 4.087,65 – R$ 756,53
IR 2012
Para o IRPF 2012 (ano-calendário 2011), cuja temporada de entrega da declaração de ajuste anual acontece entre março e abril, a tabela válida é ainda a de 2011, com a isenção para rendimentos abaixo de R$ 1.566,61 mensais.
As regras e orientações completas sobre a nova temporada de acerto de contas com a Receita Federal devem ser divulgadas entre janeiro e fevereiro de 2012.
por master | 03/01/12 | Ultimas Notícias
Entrou em vigor, no domingo (1º), a nova tabela do imposto de renda (IR), reajustada em 4,5% e que valerá durante todo o ano-calendário de 2012, até 2014, com base na Lei 12.469, de 26 de agosto de 2011.
Assim como ocorre desde 2009, a tabela conta com quatro faixas tributáveis, além da isenta. A mudança foi anunciada em dezembro de 2008, pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, com o objetivo de desonerar a população e estimular o consumo.
Nova tabela
O reajuste da tabela só não beneficia quem já era isento, pois mesmo quem não mudar de faixa de tributação ganha com o aumento da parcela a deduzir.
Mas do que se trata esta parcela?
Por exemplo, se você possui uma renda tributável de R$ 2.500, de acordo com a tabela de 2011, está enquadrado na segunda faixa de tributação e paga 15% de imposto (ou R$ 375), mas, como tem uma parcela a deduzir de R$ 293,58, acaba recolhendo R$ 81,42 de imposto (ou 15% de R$ 2.500 – R$ 293,58).
Contudo, com a nova tabela, você continua recolhendo com a mesma alíquota de 15%, mas poderá deduzir R$ 306,80, de forma que pagará menos imposto no mês, R$ 68,20. Na prática, uma economia de R$ 13,22 por mês.
Veja como era a tabela no ano-calendário 2011 e como fica para o ano-calendário 2012: 15%
Entre R$ 2.453,51 e R$ 3.271,38 – R$ 306,80 – 22,5%
Entre R$ 3.130,52 e R$ 3.911,63 – R$ 528,37 – 22,5%
Entre R$ 3.271,39 e R$ 4.087,65 – R$ 552,15 – 27,5%
Acima de R$ 3.911,63 – R$ 723,95 – 27,5%
Acima de R$ 4.087,65 – R$ 756,53
IR 2012
Para o IRPF 2012 (ano-calendário 2011), cuja temporada de entrega da declaração de ajuste anual acontece entre março e abril, a tabela válida é ainda a de 2011, com a isenção para rendimentos abaixo de R$ 1.566,61 mensais.
As regras e orientações completas sobre a nova temporada de acerto de contas com a Receita Federal devem ser divulgadas entre janeiro e fevereiro de 2012.
por master | 03/01/12 | Ultimas Notícias
Reajuste de 14,13% injeta mais R$ 54 milhões mensais; só na região de Londrina, aumento beneficia 130,5 mil pessoas
O reajuste do salário mínimo de R$ 545 para R$ 622 (14,13%), que começou a valer no último domingo em todo o País, vai injetar na economia paranaense R$ 435 milhões mensais (quase R$ 54 milhões a mais do que em 2011), considerando apenas os aposentados e pensionistas que recebem benefício de um salário mínimo do INSS. Só em Londrina e região por volta de 130,5 mil pessoas vão receber este novo valor, o que gerará um aditivo de mais de R$ 10 milhões (de R$ 71,1 milhões para R$ 81,1 milhões) mensais à economia regional.
Os números são significativos, já que 42% dos beneficiários (700,6 mil pessoas) recebem este montante no Paraná. O percentual é um pouco acima do estimado em Londrina, que fica em torno de 41%.
De acordo com Sandro Silva, economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socieconômicos (Dieese), ainda não é possível avaliar o impacto total do novo mínimo no Estado. Porém, ele ressalta que como cerca de 80% dos ocupados do Paraná (trabalhadores com e sem carteira assinada) recebem salários inferiores a dois mínimos, o reflexo será bem interessante. ”É um ciclo virtuoso: começa com a melhoria de renda, que aumenta consumo, gerando melhoria da produção e consequentemente mais empregos”.
Outro destaque, segundo o economista, é que o aumento do salário mínimo acaba fomentando as demais negociações salariais, trazendo reajustes interessantes para mais categorias. Desde 2006, o mínimo é reajustado conforme a reposição da inflação do ano anterior mais o crescimento do PIB do ano retrasado. ”O poder de compra do brasileiro vai aumentar e é nítido que houve uma recuperação da renda do trabalhador, mas o mínimo ainda está longe do ideal”, salienta.
Segundo os cálculos do Dieese de novembro do ano passado, o salário mínimo adequado para suprir todas as despesas de uma família de quatro pessoas (dois adultos e duas crianças) teria que ser de R$ 2.349. O especialista comenta que com o valor de R$ 622 não é possível comprar muitos dos itens básicos para a sobrevivência. ”Por outro lado, em 1995 era possível comprar apenas 1,02 cestas básicas, enquanto em 2012, 2,25 cestas”, relata.
Quando comparado com os salários mínimos regional – que variam de R$ 608,74 a R$ 817,78 no Paraná – Silva explica que o novo mínimo nacional também pode auxiliar no aumento do estadual. ”Pode haver uma pressão para que o piso regional também avance. Mesmo seu impacto sendo restrito, os sindicatos podem acabar pressionando. Possivelmente, o novo reajuste destes valores deve acontecer no mês de maio”, completa.
por master | 03/01/12 | Ultimas Notícias
Reajuste de 14,13% injeta mais R$ 54 milhões mensais; só na região de Londrina, aumento beneficia 130,5 mil pessoas
O reajuste do salário mínimo de R$ 545 para R$ 622 (14,13%), que começou a valer no último domingo em todo o País, vai injetar na economia paranaense R$ 435 milhões mensais (quase R$ 54 milhões a mais do que em 2011), considerando apenas os aposentados e pensionistas que recebem benefício de um salário mínimo do INSS. Só em Londrina e região por volta de 130,5 mil pessoas vão receber este novo valor, o que gerará um aditivo de mais de R$ 10 milhões (de R$ 71,1 milhões para R$ 81,1 milhões) mensais à economia regional.
Os números são significativos, já que 42% dos beneficiários (700,6 mil pessoas) recebem este montante no Paraná. O percentual é um pouco acima do estimado em Londrina, que fica em torno de 41%.
De acordo com Sandro Silva, economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socieconômicos (Dieese), ainda não é possível avaliar o impacto total do novo mínimo no Estado. Porém, ele ressalta que como cerca de 80% dos ocupados do Paraná (trabalhadores com e sem carteira assinada) recebem salários inferiores a dois mínimos, o reflexo será bem interessante. ”É um ciclo virtuoso: começa com a melhoria de renda, que aumenta consumo, gerando melhoria da produção e consequentemente mais empregos”.
Outro destaque, segundo o economista, é que o aumento do salário mínimo acaba fomentando as demais negociações salariais, trazendo reajustes interessantes para mais categorias. Desde 2006, o mínimo é reajustado conforme a reposição da inflação do ano anterior mais o crescimento do PIB do ano retrasado. ”O poder de compra do brasileiro vai aumentar e é nítido que houve uma recuperação da renda do trabalhador, mas o mínimo ainda está longe do ideal”, salienta.
Segundo os cálculos do Dieese de novembro do ano passado, o salário mínimo adequado para suprir todas as despesas de uma família de quatro pessoas (dois adultos e duas crianças) teria que ser de R$ 2.349. O especialista comenta que com o valor de R$ 622 não é possível comprar muitos dos itens básicos para a sobrevivência. ”Por outro lado, em 1995 era possível comprar apenas 1,02 cestas básicas, enquanto em 2012, 2,25 cestas”, relata.
Quando comparado com os salários mínimos regional – que variam de R$ 608,74 a R$ 817,78 no Paraná – Silva explica que o novo mínimo nacional também pode auxiliar no aumento do estadual. ”Pode haver uma pressão para que o piso regional também avance. Mesmo seu impacto sendo restrito, os sindicatos podem acabar pressionando. Possivelmente, o novo reajuste destes valores deve acontecer no mês de maio”, completa.
por master | 03/01/12 | Ultimas Notícias
A agenda internacional da presidente Dilma Rousseff (PT) inclui eventos em todos os continentes. A preocupação do governo federal, contudo, está voltada para a Conferência Rio+20, que ocorrerá no Rio de Janeiro, de 28 de maio a 6 de junho de 2012. Será a maior conferência mundial sobre preservação ambiental, desenvolvimento sustentável e economia verde definindo um novo padrão para o setor. Mais de cem presidentes e primeiros-ministros estarão presentes. Ao mesmo tempo que coordena a organização da Rio+20, a presidenta pretende retribuir as visitas que recebeu em 2011. Um dos convites é para que Dilma vá aos Estados Unidos.
Em março de 2010, o presidente norte-americano, Barack Obama, visitou o Brasil com a família e convidou Dilma para encontrar com ele em 2012. A presidente também deve participar de uma série de eventos internacionais. Acompanhada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, ela deve comparecer ao Fórum de Davos, na Suíça, de 25 a 29 de janeiro de 2012. Em discussão os impactos da crise econômica internacional, assim como os desejos do Mercosul em ampliar o comércio com os europeus e os Estados Unidos.
Já de 16 a 18 de abril, Mantega e o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, devem representar o país no Fórum Latino-Americano Econômico, na Cidade do México. Mais uma vez os impactos da crise econômica internacional e as medidas adotadas na tentativa de contê-los deverão dominar os debates.
Dilma se programa ainda para participar da Cúpula América do Sul-África (ASA), de 15 a 16 de maio de 2012, em Malabo, na Guiné Equatorial. Durante reunião preparatória, em novembro, o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, confirmou a intenção da presidenta de participar do evento, considerado um marco político e econômico porque integra duas regiões em desenvolvimento e que têm histórias comuns de colonização.
Em junho, há a Cúpula do Mercosul, em Buenos Aires, na Argentina. Na ocasião, os presidentes Dilma Rousseff, Cristina Kirchner (Argentina), Fernando Lugo (Paraguai) e José Pepe Mujica (Uruguai) deverão abordar as propostas para incrementar a parceria multilateral na região.
A presidente deve participar ainda, em agosto, da cerimônia de encerramento das Olimpíadas de Londres, na Grã-Bretanha, já que o Brasil será o próximo país a sediar o evento.