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Imobiliária aposta em imóveis nos EUA

Imobiliária aposta em imóveis nos EUA

Com a crise que afetou os Estados Unidos, o preço dos imóveis sofreu desvalorização e agora começa a despertar interesse nos paranaenses. Hoje, é possível encontrar imóveis em Miami de um a dois quartos com 50 a 60 m2 a partir de US$ 100 mil. 
A imobiliária Apolar, de Curitiba, foi atrás de parceiros para criar a Conexão Apolar Miami, que permite oferecer imóveis nos Estados Unidos. Para isso, a empresa paranaense firmou uma aliança com a Elite International Realty, que atua na área imobiliária nos Estados Unidos. É uma empresa de investimentos, com expertise no mercado imobiliário de Miami e, que além de realizar operações em 50 países, destaca em seu perfil a cultura brasileira. 

O superintendente da Apolar, Jean Michel Galiano, esclareceu que a empresa não abriu uma franquia em Miami. ”Nosso intuito é que a Apolar seja reconhecida como a porta de entrada dos brasileiros que almejam investir em Miami”, disse. 

A Apolar já tem 42 anos de mercado e atua no Paraná e Santa Catarina. Na parceira de Miami, a imobiliária também conta com o banco HSBC para poder realizar financiamentos e remessas de valores. 
Segundo ele, ainda não foi fechado nenhum negócio, mas já há paranaenses interessados. Galiano preferiu não revelar os nomes dos potenciais clientes. De acordo com ele, há vários tipos de opções de imóveis nos Estados como apartamentos, casas em condomínio fechado, entre outros. Há pessoas que pretendem apenas comprar imóveis para investir, outras para uso próprio e algumas para locação de temporada. 
Há opções de imóveis mais luxuosos de frente para o mar, com piscinas de acabamento ”infinito” localizadas ponta a ponta de leste a oeste do prédio, automação com controle de luzes, som, equipamentos na cozinha, internet, entre outros. Os preços podem passar da casa dos US$ 2 bilhões. Mas, também é possível encontrar imóveis com dois quartos, dois banheiros e 115 metros quadrados por US$ 300 mil. 
”É um mercado novo para nós”, afirmou. A imobiliária tem 70 lojas no Paraná e Santa Catarina, mas através do portal na internet pode atender clientes do Brasil todo. 
Atualmente, a Apolar tem um valor geral de vendas de R$ 9,4 bilhões no Brasil. ”Já para Miami, iremos trabalhar, inicialmente, com valor da ordem de R$ 4 bilhões”, afirmou Galiano.
Imobiliária aposta em imóveis nos EUA

Imobiliária aposta em imóveis nos EUA

Com a crise que afetou os Estados Unidos, o preço dos imóveis sofreu desvalorização e agora começa a despertar interesse nos paranaenses. Hoje, é possível encontrar imóveis em Miami de um a dois quartos com 50 a 60 m2 a partir de US$ 100 mil. 
A imobiliária Apolar, de Curitiba, foi atrás de parceiros para criar a Conexão Apolar Miami, que permite oferecer imóveis nos Estados Unidos. Para isso, a empresa paranaense firmou uma aliança com a Elite International Realty, que atua na área imobiliária nos Estados Unidos. É uma empresa de investimentos, com expertise no mercado imobiliário de Miami e, que além de realizar operações em 50 países, destaca em seu perfil a cultura brasileira. 

O superintendente da Apolar, Jean Michel Galiano, esclareceu que a empresa não abriu uma franquia em Miami. ”Nosso intuito é que a Apolar seja reconhecida como a porta de entrada dos brasileiros que almejam investir em Miami”, disse. 

A Apolar já tem 42 anos de mercado e atua no Paraná e Santa Catarina. Na parceira de Miami, a imobiliária também conta com o banco HSBC para poder realizar financiamentos e remessas de valores. 
Segundo ele, ainda não foi fechado nenhum negócio, mas já há paranaenses interessados. Galiano preferiu não revelar os nomes dos potenciais clientes. De acordo com ele, há vários tipos de opções de imóveis nos Estados como apartamentos, casas em condomínio fechado, entre outros. Há pessoas que pretendem apenas comprar imóveis para investir, outras para uso próprio e algumas para locação de temporada. 
Há opções de imóveis mais luxuosos de frente para o mar, com piscinas de acabamento ”infinito” localizadas ponta a ponta de leste a oeste do prédio, automação com controle de luzes, som, equipamentos na cozinha, internet, entre outros. Os preços podem passar da casa dos US$ 2 bilhões. Mas, também é possível encontrar imóveis com dois quartos, dois banheiros e 115 metros quadrados por US$ 300 mil. 
”É um mercado novo para nós”, afirmou. A imobiliária tem 70 lojas no Paraná e Santa Catarina, mas através do portal na internet pode atender clientes do Brasil todo. 
Atualmente, a Apolar tem um valor geral de vendas de R$ 9,4 bilhões no Brasil. ”Já para Miami, iremos trabalhar, inicialmente, com valor da ordem de R$ 4 bilhões”, afirmou Galiano.
Imobiliária aposta em imóveis nos EUA

Preço dos imóveis se mantém aquecido em 2012

Representantes do setor estão otimistas para o próximo ano; demanda superior à oferta aquece o mercado
 
Na contramão da estimativa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), que prevê relativa estabilidade para o preço dos imóveis nos próximos anos, representantes do setor em Londrina acreditam que o segmento vai se manter aquecido, com preços reajustados. 
”Vimos um aumento significativo no passado e houve até excessos que já se acomodaram. Mas não vejo motivo para os preços aumentarem e tampouco baixarem”, avaliou ontem o presidente da CBIC, Paulo Sady Simão. Em contrapartida, o diretor comercial da Imobiliária Santamérica, de Londrina, Alexandre Moretto, afirmou em entrevista à FOLHA que a cidade caminha em direção diferente do País com relação aos preços, ”que devem continuar subindo no próximo ano”. 
 
De acordo com ele, nos últimos seis anos, o valor dos imóveis de Londrina quadriplicou. ”Nenhum investimento financeiro teve esse rendimento”, compara. Para ele, um dos fatores que motivou esse acréscimo foi a intensa demanda, que excedeu a oferta. O estímulo do governo para financiamentos, a facilidade para adquirir crédito e melhora da renda da população também contribuíram. ”Tem muita gente saindo do aluguel e comprando a casa própria e enquanto a procura estiver maior que a oferta os preços dos imóveis novos terão reajustes”, disse. 
Moretto garante que, ”indiscutivelmente”, imóveis são o melhor investimento em Londrina e considera que devam continuar assim nos próximos dois ou três anos. ”Tudo que é colocado à venda, com o preço praticado no mercado, é comercializado”, contou. 
O imobiliarista Sergio Augusto Mincache Moura, da Mônaco instalada na JK, também está otimista para 2012. ”O Brasil está no caminho certo, é a bola da vez, e Londrina também tem se destacado. Temos clientes de fora do País que estão voltando para investir aqui devido à crise e à melhora da nossa economia”, atestou. Em sua opinião, o mercado londrinense está reaquecido, ”após alguns meses de defasagem” e tende a continuar crescendo no próximo ano. O investimento para um apartamento popular na cidade fica em torno de R$ 70 mil a R$ 130 mil; já para o padrão médio, de R$ 200 mil a R$ 250 mil. 
O presidente da CBIC, Paulo Sady Simão, confirma que 2012 será um ano positivo para o mercado imobiliário brasileiro e da construção civil, apesar da crise externa e de ser também um ano de eleições municipais, que poderia prejudicar o setor, com a suspensão de novos contratos. De acordo com ele, o crédito imobiliário hoje representa 5,1% do PIB. 
Imobiliária aposta em imóveis nos EUA

Preço dos imóveis se mantém aquecido em 2012

Representantes do setor estão otimistas para o próximo ano; demanda superior à oferta aquece o mercado
 
Na contramão da estimativa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), que prevê relativa estabilidade para o preço dos imóveis nos próximos anos, representantes do setor em Londrina acreditam que o segmento vai se manter aquecido, com preços reajustados. 
”Vimos um aumento significativo no passado e houve até excessos que já se acomodaram. Mas não vejo motivo para os preços aumentarem e tampouco baixarem”, avaliou ontem o presidente da CBIC, Paulo Sady Simão. Em contrapartida, o diretor comercial da Imobiliária Santamérica, de Londrina, Alexandre Moretto, afirmou em entrevista à FOLHA que a cidade caminha em direção diferente do País com relação aos preços, ”que devem continuar subindo no próximo ano”. 
 
De acordo com ele, nos últimos seis anos, o valor dos imóveis de Londrina quadriplicou. ”Nenhum investimento financeiro teve esse rendimento”, compara. Para ele, um dos fatores que motivou esse acréscimo foi a intensa demanda, que excedeu a oferta. O estímulo do governo para financiamentos, a facilidade para adquirir crédito e melhora da renda da população também contribuíram. ”Tem muita gente saindo do aluguel e comprando a casa própria e enquanto a procura estiver maior que a oferta os preços dos imóveis novos terão reajustes”, disse. 
Moretto garante que, ”indiscutivelmente”, imóveis são o melhor investimento em Londrina e considera que devam continuar assim nos próximos dois ou três anos. ”Tudo que é colocado à venda, com o preço praticado no mercado, é comercializado”, contou. 
O imobiliarista Sergio Augusto Mincache Moura, da Mônaco instalada na JK, também está otimista para 2012. ”O Brasil está no caminho certo, é a bola da vez, e Londrina também tem se destacado. Temos clientes de fora do País que estão voltando para investir aqui devido à crise e à melhora da nossa economia”, atestou. Em sua opinião, o mercado londrinense está reaquecido, ”após alguns meses de defasagem” e tende a continuar crescendo no próximo ano. O investimento para um apartamento popular na cidade fica em torno de R$ 70 mil a R$ 130 mil; já para o padrão médio, de R$ 200 mil a R$ 250 mil. 
O presidente da CBIC, Paulo Sady Simão, confirma que 2012 será um ano positivo para o mercado imobiliário brasileiro e da construção civil, apesar da crise externa e de ser também um ano de eleições municipais, que poderia prejudicar o setor, com a suspensão de novos contratos. De acordo com ele, o crédito imobiliário hoje representa 5,1% do PIB. 
Imobiliária aposta em imóveis nos EUA

Mulheres mil oferece cursos gratuitos em Londrina

Promover a inclusão social e a autonomia financeira de mulheres de comunidades carentes com cursos profissionalizantes gratuitos. Esse é o principal objetivo do Projeto Mulheres Mil. Lançado pelo governo federal, o programa chega a Londrina oferecendo cursos gratuitos de panificação, manipulação de alimentos, cuidadores de idosos e azulejista para moradoras da Zona Leste.
 
As aulas devem ter início no começo de 2012 e serão ministradas no Instituto Federal do Paraná (IFPR), localizado no Jardim Dom Bosco. Estão sendo ofertadas 100 vagas divididas entre os quatro cursos. ”Além das aulas gratuitas, que devem ser ministradas duas vezes por semana, as participantes do programa ganharão uniforme, material didático, vale transporte e uma ajuda de custo mensal no valor de R$ 70”, destacou Rosana de Assunção, gestora do projeto em Londrina.
 
Visando preencher as vagas abertas, gestores do projeto e alunos do IFPR estão visitando os bairros carentes e convocando as moradoras a se inscreverem nos cursos, que terão duração entre seis e oito meses.
 
A dona de casa Aline dos Santos, 23 anos, moradora do Morro do Carrapato, foi abordada pelo equipe e não perdeu tempo para fazer a inscrição. ”Me inscrevi no curso de cuidadora de idosos e acho que essa pode ser uma boa oportunidade de ajudar o meu marido, que trabalha como manobrista”, disse Aline, que não concluiu os estudos para poder cuidar do filho de 1 ano e quatro meses. ”Cheguei a fazer um curso profissionalizante de informática alguns anos atrás, mas depois vi que não era bem o que queria. Já o curso de cuidador de idosos parece ser interessante, fora que a gente sempre vê vagas de trabalho para essa área no jornal.”
 
Eliane Rodrigues Cardoso, 27 anos, também dona de casa, contou que está empolgada com a possibilidade de, finalmente, ter um trabalho.”Quando a gente deixa de estudar é difícil conseguir um bom trabalho. Acho que com esse curso de manipulação de alimentos, será mais fácil termos uma renda extra”, afirmou a Eliane que estudou até a 5 série.”Como eu comecei a trabalhar cedo para ajudar minha família, tive que deixar os estudos e hoje me arrependo.”
 
”Acho que vou me inscrever no curso de azulejista. Trabalhar na construção civil ou nos acabamentos sempre foi uma área de interesse para mim e finalmente terei a oportunidade de trabalhar no que gosto”, afirmou a auxiliar de serviços gerais Rosângela da Silva Gusmão, 31, que já trabalhou como servente de pedreiro. ”Estou animada para começar o curso, porque além do conhecimento para arrumar um trabalho melhor, ainda terei a oportunidade de ajudar meu marido nos acabamentos da casa que estamos reformando”, acrescentou.
 
A assistente social Talita Kethyn Cabral, aluna do curso de técnico em Enfermagem e que atua no cadastramento das moradoras, disse que a procura pelo curso de capacitação profissional tem sido grande para todos os cursos. ”Agora que elas estão realmente conhecendo como funciona o trabalho, estão muito mais interessadas”, destacou.
 
Serviço: Mais informações sobre o Projeto Mulheres Mil pelos telefones (43) 3878-6100 e 8404-5122.