por master | 08/12/11 | Ultimas Notícias
Em reunião realizada, nesta quarta-feira (7), na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara dos Deputados foi rejeitado o PL 6.851/10 (PLS 228/2009), do senador Paulo Paim (PT-RS), que altera a Lei 7.418, de 16 de dezembro de 1985, que instituiu o vale-transporte, para extinguir o valor descontado correspondente a 6% sobre o salário do trabalhador.
Isto é, o propósito do projeto era que as empresas subsidiassem o transporte do trabalhador.
O colegiado aprovou o parecer do relator, deputado Antonio Balhmann (PSB-CE), pela rejeição da matéria justificando que a diminuição ou extinção da alíquota aumentaria os custos gerando impactos na competitividade das empresas.
Foram contrários ao parecer os deputados Assis Melo (PCdoB-RS) e Ronaldo Zulke (PT-RS). Este apresentou voto em separado contra o posicionamento do relator.
A bancada empresarial rejeitou também a redução da alíquota de 6% para 4% proposta pelos parlamentares.
Próximo passo
Agora, a matéria será analisada nas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça (CCJ), em decisão conclusiva.
por master | 08/12/11 | Ultimas Notícias
Em reunião realizada, nesta quarta-feira (7), na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara dos Deputados foi rejeitado o PL 6.851/10 (PLS 228/2009), do senador Paulo Paim (PT-RS), que altera a Lei 7.418, de 16 de dezembro de 1985, que instituiu o vale-transporte, para extinguir o valor descontado correspondente a 6% sobre o salário do trabalhador.
Isto é, o propósito do projeto era que as empresas subsidiassem o transporte do trabalhador.
O colegiado aprovou o parecer do relator, deputado Antonio Balhmann (PSB-CE), pela rejeição da matéria justificando que a diminuição ou extinção da alíquota aumentaria os custos gerando impactos na competitividade das empresas.
Foram contrários ao parecer os deputados Assis Melo (PCdoB-RS) e Ronaldo Zulke (PT-RS). Este apresentou voto em separado contra o posicionamento do relator.
A bancada empresarial rejeitou também a redução da alíquota de 6% para 4% proposta pelos parlamentares.
Próximo passo
Agora, a matéria será analisada nas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça (CCJ), em decisão conclusiva.
por master | 08/12/11 | Ultimas Notícias
Mais de 50 mil trabalhadores atuam no setor de Asseio e Conservação no Paraná
O Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Paraná (SEAC-PR) propôs hoje (7) um reajuste salarial de 12,72% e aumento de 5,98% nos tíquetes alimentação para fechamento da convenção coletiva de trabalho aos mais de 50 mil trabalhadores do setor de limpeza de todo o Estado.
Representantes dos sindicatos dos Empregados em Empresas de Asseio e Conservação (Siemacos) rejeitaram a proposta patronal. Segundo o presidente do SEAC-PR, Adonai Aires de Arruda, já foram realizadas duas reuniões com os colaboradores do setor com objetivo de buscar um consenso entre as partes. “Não poupamos esforços para chegarmos à um consenso com os Siemacos. No entanto, temos que esperar de seis meses há um ano para receber o repasse estabelecido em convenção por parte do tomador de serviço, o que deixa muitas empresas em dificuldades e diminui a oferta de trabalho”, afirma.
O grupo patronal se reunirá na próxima terça-feira (13) em uma nova Assembleia para analisar os pedidos e apresentar uma nova contraproposta aos trabalhadores. Entre as ações estabelecidas como prioridade do empresariado é a capacitação gratuita dos profissionais. A data-base da categoria é primeiro de janeiro.
por master | 08/12/11 | Ultimas Notícias
Mais de 50 mil trabalhadores atuam no setor de Asseio e Conservação no Paraná
O Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Paraná (SEAC-PR) propôs hoje (7) um reajuste salarial de 12,72% e aumento de 5,98% nos tíquetes alimentação para fechamento da convenção coletiva de trabalho aos mais de 50 mil trabalhadores do setor de limpeza de todo o Estado.
Representantes dos sindicatos dos Empregados em Empresas de Asseio e Conservação (Siemacos) rejeitaram a proposta patronal. Segundo o presidente do SEAC-PR, Adonai Aires de Arruda, já foram realizadas duas reuniões com os colaboradores do setor com objetivo de buscar um consenso entre as partes. “Não poupamos esforços para chegarmos à um consenso com os Siemacos. No entanto, temos que esperar de seis meses há um ano para receber o repasse estabelecido em convenção por parte do tomador de serviço, o que deixa muitas empresas em dificuldades e diminui a oferta de trabalho”, afirma.
O grupo patronal se reunirá na próxima terça-feira (13) em uma nova Assembleia para analisar os pedidos e apresentar uma nova contraproposta aos trabalhadores. Entre as ações estabelecidas como prioridade do empresariado é a capacitação gratuita dos profissionais. A data-base da categoria é primeiro de janeiro.
por master | 08/12/11 | Ultimas Notícias
O presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Luiz França, estimou, ontem, que o crédito no setor deve crescer de 30% a 40% em 2012. Apesar de projetar uma desaceleração da economia do País, com alta menor do Produto Interno Bruto (PIB) em 2012, na faixa de 3%, França avaliou que os bons níveis de emprego e renda continuarão a sustentar a expansão do crédito.
França também projetou que o crédito deve passar de quase 5% do PIB em 2011 para 11% até 2014. Ele ponderou, no entanto, que a expansão vai depender de captações no mercado financeiro. ”A caderneta de poupança cresce cerca de 15% ao ano e, nos próximos anos, não será suficiente para abastecer os financiamentos. Chegará um momento em que o crédito terá de ser obtido por meio do mercado financeiro, o que é comum em outros países”, disse.