por master | 21/11/11 | Ultimas Notícias
Entre 2006 e 2008, ocorreu uma onda de abertura de capital entre as construtoras brasileiras. Mas, em Londrina, as duas maiores do setor, Plaenge e A.Yoshii, prefiriram manter-se fechadas. ”Naquela época fomos muito assediados pelos bancos (para colocar ações na bolsa). Avaliamos a possibilidade, mas chegamos à conclusão de que não valeria a pena”, conta o diretor da Plaenge, Alexandre Fabian.
Segundo ele, o segmento da construção civil vive de ciclos longos, de 3 a 4 anos, conforme as obras vão sendo lançadas e construídas. ”E o mercado de capitais tem um imediatismo muito grande. Cobra resultados em curto prazo”, justifica.
Outro ponto, segundo ele, é que a Plaenge sempre constrói por meio do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e há mais de 20 anos não tem dívida de capital de giro. ”Avaliamos que seria melhor mantermos a empresa bem capitalizada, sem lançar mão do mercado de capitais, que sofre de muita oscilação”, complementa.
A perda de autonomia também foi um receio da construtora quando descartou ir à Bolsa de Valores. ”A gente percebe que, quando uma empresa abre seu capital, ela perde independência. Passa a decidir menos com base no que ela própria acha melhor e mais pela forma que os novos acinionistas entendem ser a melhor”, ressalta.
Já na A.Yoshii, a possibilidade de abertura de capital nem foi cogitada por motivos parecidos. ”Trabalhamos com crédito imobiliário. Os recursos vêm do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e da poupança”, explica o diretor de Incorporação da empresa, Silvio Iwao Muraguchi.
Ele salienta que cada empresa tem sua própria estratégia para alavancar seu crescimento. E que o mercado de capitais pode ser perigoso se uma construtora não estiver bem preparada para atuar dentro dele. ”A empresa pode se sentir pressionada, por exemplo, a lançar um empreendimento sem os devidos cuidados só para dar uma resposta à expectativa do investidor”, acredita.
Questionado se o Brasil corre o risco de sofrer uma bolha imobiliária a exemplo dos Estados Unidos, Muraguchi nega. ”Nosso sistema financeiro é muito mais rigoroso”, ressalta. (N.B.)

por master | 21/11/11 | Ultimas Notícias
Entre 2006 e 2008, ocorreu uma onda de abertura de capital entre as construtoras brasileiras. Mas, em Londrina, as duas maiores do setor, Plaenge e A.Yoshii, prefiriram manter-se fechadas. ”Naquela época fomos muito assediados pelos bancos (para colocar ações na bolsa). Avaliamos a possibilidade, mas chegamos à conclusão de que não valeria a pena”, conta o diretor da Plaenge, Alexandre Fabian.
Segundo ele, o segmento da construção civil vive de ciclos longos, de 3 a 4 anos, conforme as obras vão sendo lançadas e construídas. ”E o mercado de capitais tem um imediatismo muito grande. Cobra resultados em curto prazo”, justifica.
Outro ponto, segundo ele, é que a Plaenge sempre constrói por meio do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e há mais de 20 anos não tem dívida de capital de giro. ”Avaliamos que seria melhor mantermos a empresa bem capitalizada, sem lançar mão do mercado de capitais, que sofre de muita oscilação”, complementa.
A perda de autonomia também foi um receio da construtora quando descartou ir à Bolsa de Valores. ”A gente percebe que, quando uma empresa abre seu capital, ela perde independência. Passa a decidir menos com base no que ela própria acha melhor e mais pela forma que os novos acinionistas entendem ser a melhor”, ressalta.
Já na A.Yoshii, a possibilidade de abertura de capital nem foi cogitada por motivos parecidos. ”Trabalhamos com crédito imobiliário. Os recursos vêm do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e da poupança”, explica o diretor de Incorporação da empresa, Silvio Iwao Muraguchi.
Ele salienta que cada empresa tem sua própria estratégia para alavancar seu crescimento. E que o mercado de capitais pode ser perigoso se uma construtora não estiver bem preparada para atuar dentro dele. ”A empresa pode se sentir pressionada, por exemplo, a lançar um empreendimento sem os devidos cuidados só para dar uma resposta à expectativa do investidor”, acredita.
Questionado se o Brasil corre o risco de sofrer uma bolha imobiliária a exemplo dos Estados Unidos, Muraguchi nega. ”Nosso sistema financeiro é muito mais rigoroso”, ressalta. (N.B.)

por master | 20/11/11 | Palavra do Presidente
Este dia 20 de novembro é uma data que não pode passar despercebida: é o Dia da Consciência Negra. A data foi escolhida pois foi neste dia, há mais de 300 anos atrás, que morreu o líder negro Zumbi dos Palmares. Zumbi foi assassinado por lutar contra a escravidão com a manutenção do Quilombo dos Palmares, comunidade em que os negros viviam livres escondidos na mata, em uma época em que não havia liberdade.
Zumbi nos dá esperança e nos faz lembrar a importância da luta do povo negro. Não basta que nossa Constituição Federal garanta direitos iguais para todos se por quatro séculos existiu escravidão em nosso país. Pelos números do censo do IBGE negros e pardos ganham por mês em média metade (R$ 834,00) do que ganham os brancos (R$ 1.538,00). Esta diferença é inadmissível e é preciso acabar com ela para esta igualdade ser verdadeira.
Para alterar esta estrutura, acreditamos que o acesso à educação cumpre um papel fundamental. Por isso a NCST/Paraná na figura do diretor do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Londrina (Sintracom Londrina), José Aparecido Martins, faz parte do Conselho Universitário da Universidade Estadual de Londrina (UEL), onde recentemente contribuiu para a ampliação do sistema de cotas da Universidade. A partir de agora 20% das vagas de todos os cursos serão destinadas à população negra oriunda de escola pública.
(mais…)
por master | 20/11/11 | Palavra do Presidente
Este dia 20 de novembro é uma data que não pode passar despercebida: é o Dia da Consciência Negra. A data foi escolhida pois foi neste dia, há mais de 300 anos atrás, que morreu o líder negro Zumbi dos Palmares. Zumbi foi assassinado por lutar contra a escravidão com a manutenção do Quilombo dos Palmares, comunidade em que os negros viviam livres escondidos na mata, em uma época em que não havia liberdade.
Zumbi nos dá esperança e nos faz lembrar a importância da luta do povo negro. Não basta que nossa Constituição Federal garanta direitos iguais para todos se por quatro séculos existiu escravidão em nosso país. Pelos números do censo do IBGE negros e pardos ganham por mês em média metade (R$ 834,00) do que ganham os brancos (R$ 1.538,00). Esta diferença é inadmissível e é preciso acabar com ela para esta igualdade ser verdadeira.
Para alterar esta estrutura, acreditamos que o acesso à educação cumpre um papel fundamental. Por isso a NCST/Paraná na figura do diretor do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Londrina (Sintracom Londrina), José Aparecido Martins, faz parte do Conselho Universitário da Universidade Estadual de Londrina (UEL), onde recentemente contribuiu para a ampliação do sistema de cotas da Universidade. A partir de agora 20% das vagas de todos os cursos serão destinadas à população negra oriunda de escola pública.
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por master | 18/11/11 | Ultimas Notícias
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou na quarta-feira (16) o Projeto de Lei7209/10, do deputado Ricardo Berzoini (PT-SP), que obriga o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a informar por escrito ao segurado, ao final do procedimento, o resultado da perícia médica para concessão de auxílio-doença. Aprovada em caráter conclusivo, a proposta será enviada para o Senado, a menos que haja recurso para que seja analisada pelo Plenário da Câmara.
O relatório deverá conter a caracterização do benefício como acidentário (acidente ou doença do trabalho) ou previdenciário (doença comum). Atualmente, a legislação não prevê um meio para informar o cidadão que solicita o benefício.
O relator, deputado João Paulo Lima (PT-PE), recomendou a aprovação da proposta com emendas. Ele destacou que a Constituição garante o direito do cidadão a ter informação sobre seus dados pessoais. As emendas dão mais clareza à redação da proposta, deixando claro que, após a perícia médica, uma cópia do laudo será entregue ao segurado.
Prazo determinado
A proposta aprovada prevê que o auxílio-doença será concedido sempre por prazo determinado. Ao fim de cada período, deverá ser feita nova perícia até que se comprove a recuperação do paciente.
O auxílio-doença é devido ao segurado que permanecer afastado do trabalho ou da sua atividade habitual por mais de 15 dias seguidos. Ele está previsto na Lei de Benefícios da Previdência Social (8.213/91).
Íntegra da proposta:
PL-7209/2010
Reportagem – Lara Haje
Edição – Wilson Silveira