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Decreto divulga a Política NACIONAL de segurança e Saúde no Trabalho

Decreto divulga a Política NACIONAL de segurança e Saúde no Trabalho

Foi publicado nesta segunda-feira, dia 8 de novembro, no Diário Oficial da União (DOU), o Decreto 7.602/2011, que dispõe sobre a Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho (PNSST).

A PNSST visa a promoção da saúde e a melhoria da qualidade de vida do trabalhador e a prevenção de acidentes e de danos à saúde advindos, relacionados ao trabalho ou que ocorram no curso dele, por meio da eliminação ou redução dos riscos nos ambientes de trabalho.

Para o alcance do seu objetivo, a PNSST deverá ser implementada por meio da articulação continuada das ações de governo no campo das relações de trabalho, produção, consumo, ambiente e saúde, com a participação voluntária das organizações representativas de trabalhadores e empregadores.

Clique aqui para acessá-la.

Decreto divulga a Política NACIONAL de segurança e Saúde no Trabalho

Agência do Trabalhador fará mutirão do seguro desemprego

Objetivo é atender 800 trabalhadores

A Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Economia Solidária promove nesta quinta e sexta-feira (10 e 11), o Mutirão do Seguro Desemprego na Agência do Trabalhador de Curitiba, para atendimento de pessoas de Curitiba e Região Metropolitana. O mutirão será das 8 horas às 17h30 e a meta é atender 800 trabalhadores.

Para a quinta-feira (10) estão agendados 230 atendimentos (previamente solicitados pelo próprio trabalhador via internet). Além dos agendamentos, outras 170 senhas serão distribuídas para quem comparecer ao mutirão.

Na sexta-feira (11), 400 senhas serão ofertadas na agência e não haverá agendamento. Segundo o secretário Luiz Claudio Romanelli, o mutirão do seguro desemprego supre a demanda dos feriados de novembro e a reinserção do trabalhador no mercado formal.

Segundo ele, quando o trabalhador faz o requerimento do benefício, o sistema Mais Emprego busca, automaticamente, as vagas disponíveis para ele de acordo com seu perfil e com remuneração igual ou superior ao posto que ocupava. “Em Curitiba são mais de 5.600 ofertas de trabalho, com registro em carteira. É a chance da pessoa que veio dar entrada no seguro sair com uma carta de encaminhamento ao emprego”, disse.

Os documentos necessários para requerer o benefício são Carteira de Identidade (RG), Carteira de Trabalho (CTPS), Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho, três últimos recibos (holerites) de salário, comprovante de saque do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e as guias do seguro desemprego preenchidas.

Serviço:
Mutirão de seguro desemprego
Dias: 10 e 11 de novembro (quinta e sexta-feira)
Horário: das 8 horas às 17h30

Agência do Trabalhador de Curitiba
Rua Pedro Ivo, 750, centro. Informações 3883-2200

 

Decreto divulga a Política NACIONAL de segurança e Saúde no Trabalho

Agência do Trabalhador fará mutirão do seguro desemprego

Objetivo é atender 800 trabalhadores

A Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Economia Solidária promove nesta quinta e sexta-feira (10 e 11), o Mutirão do Seguro Desemprego na Agência do Trabalhador de Curitiba, para atendimento de pessoas de Curitiba e Região Metropolitana. O mutirão será das 8 horas às 17h30 e a meta é atender 800 trabalhadores.

Para a quinta-feira (10) estão agendados 230 atendimentos (previamente solicitados pelo próprio trabalhador via internet). Além dos agendamentos, outras 170 senhas serão distribuídas para quem comparecer ao mutirão.

Na sexta-feira (11), 400 senhas serão ofertadas na agência e não haverá agendamento. Segundo o secretário Luiz Claudio Romanelli, o mutirão do seguro desemprego supre a demanda dos feriados de novembro e a reinserção do trabalhador no mercado formal.

Segundo ele, quando o trabalhador faz o requerimento do benefício, o sistema Mais Emprego busca, automaticamente, as vagas disponíveis para ele de acordo com seu perfil e com remuneração igual ou superior ao posto que ocupava. “Em Curitiba são mais de 5.600 ofertas de trabalho, com registro em carteira. É a chance da pessoa que veio dar entrada no seguro sair com uma carta de encaminhamento ao emprego”, disse.

Os documentos necessários para requerer o benefício são Carteira de Identidade (RG), Carteira de Trabalho (CTPS), Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho, três últimos recibos (holerites) de salário, comprovante de saque do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e as guias do seguro desemprego preenchidas.

Serviço:
Mutirão de seguro desemprego
Dias: 10 e 11 de novembro (quinta e sexta-feira)
Horário: das 8 horas às 17h30

Agência do Trabalhador de Curitiba
Rua Pedro Ivo, 750, centro. Informações 3883-2200

 

Decreto divulga a Política NACIONAL de segurança e Saúde no Trabalho

Construção Civil: Reformas de fim de ano movimentam o setor

Procura eleva vendas de lojas em até 35% e lotam agendas de empresas e pedreiros

O fim do ano se aproxima e eleva em até 35% as vendas nas lojas de materiais de construção, necessários as pequenas reformas, e lota agenda de empresas e profissionais, como pedreiros. A pouco mais e um mês do Natal, tem empresas que não dispõem mais de data para este ano. A empresa Calcepar, por exemplo, já está com a agenda de dezembro lotada e tem obras agendadas para janeiro e fevereiro. Segundo fontes ouvidas pelo Jornal do Estado, o crescimento no número de vendas de materiais, em pequenas quantidades, chega até 35%.

Ronald Bernsdors, 47 anos, gerente de vendas da empresa Tintas Vergínia, localizada no bairro Água Verde, afirma que o aumento nas vendas é natural. “As famílias querem deixar as casas arrumadinhas para as festas de fim de ano”, conta. Segundo ele, neste ano já houve um aumento de aproximadamente 10% nas vendas em relação ao mesmo período no ano passado, considerados um dos melhores anos da história para a construção civil. 

Maurício Andrade, 34 anos, gerente da loja Tintas Curitiba revela que houve um aumento nas vendas de final de ano de, no mínimo, 35% em relação ao mês anterior. A empresa Brenny Materiais de Construção também apresentou crescimento em relação a setembro, porém nada que se compare ao ano anterior, segundo relato de funcionário.

Com as diversas facilidades oferecidas pelo governo, como o Construcard, a construção civil aqueceu nestes últimos dois anos. Para Adriano Wichert Bandoch, dono da AWB Construções, muitas pessoas não faziam obras  devido à compra do material.  “Quando se criou o Construcard e se abriu outras linhas de financiamento em bancos  para a construção civil, houve  este aquecimento”, diz. Quanto ao número de clientes, Bandoch afirma que houve um aumento de, no máximo, 20% neste mês.

Com tanta demanda, há falta de profissionais e até de material. Segundo Ariadne Dal Prata Pansoln, 33 anos, gerente da Atenas Materiais de Construção, a falta de organização das empresas na hora de entregar o material prejudica. “O ano todo houve falta de cimento, atraso nas entregas. Para louças brancas, por exemplo, o prazo pra entrega é de 120 dias. Falta organização nas empresas, se elas se organizassem certinho isso não acontecia”, afirma Ariadne. 

Ricardo Esanoviski, 39 anos, pedreiro, conta que o maior problema não é a falta de materiais, mas sim de mão de obra. “É muita construtora. Às vezes preciso de alguém para me ajudar nas obras e não encontro. Tenho de fazer sozinho”, conta. A procura pelo trabalho de Esanoviski também é grande. “Neste fim de ano aumentou demais a procura, mas tem a fila. São de seis meses a um ano de espera para eu começar o trabalho em algum lugar”.

Com a casa ainda em reforma, Edgar Paulo Cruz Tareskiewicz, 56 anos, conta que já teve diversas experiências ruins anteriormente. “Já tivemos várias vezes problema. Atraso na entrega, troca de pessoal durante a obra e, até mesmo, refazer um banheiro por completo”, conta. Desta vez, porém, tudo corre bem. “Ele (o pedreiro) já havia trabalhado com a gente e tinha feito vários trabalhos que já tínhamos visto em outras casas. Fizemos ainda uma pesquisa, foram quatro, cinco orçamentos. Levamos em consideração prazo de entrega, qualidade e a questão de confiabilidade, até porque você acaba por deixar casa na mão dessa pessoa quando precisar sair ou algo assim”, conta.

Cuidados — Algumas medidas podem evitar grandes dores de cabeça na hora de se reformar ou construir sua casa, segundo o Luiz Fernando Pereira, 41 anos, consultor jurídico do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Paraná (Sinduscon-PR). 
Pereira afirma que é importante conferir no registro de imóveis se a incorporadora está registrada, pesquisar a idoneidade da empresa e firmar um seguro de entrega de obra. 

Ele alerta que estes cuidados são necessários, caso ocorra algum imprevisto durante a obra. “Em uma ação de rescisão de contrato e requerimento de devolução de dinheiro e no caso de atraso da obra, indenização por danos morais e, ainda, uma indenização no valor do aluguel por cada mês de atraso na entrega da obra”, conta.

Decreto divulga a Política NACIONAL de segurança e Saúde no Trabalho

Construção Civil: Reformas de fim de ano movimentam o setor

Procura eleva vendas de lojas em até 35% e lotam agendas de empresas e pedreiros

O fim do ano se aproxima e eleva em até 35% as vendas nas lojas de materiais de construção, necessários as pequenas reformas, e lota agenda de empresas e profissionais, como pedreiros. A pouco mais e um mês do Natal, tem empresas que não dispõem mais de data para este ano. A empresa Calcepar, por exemplo, já está com a agenda de dezembro lotada e tem obras agendadas para janeiro e fevereiro. Segundo fontes ouvidas pelo Jornal do Estado, o crescimento no número de vendas de materiais, em pequenas quantidades, chega até 35%.

Ronald Bernsdors, 47 anos, gerente de vendas da empresa Tintas Vergínia, localizada no bairro Água Verde, afirma que o aumento nas vendas é natural. “As famílias querem deixar as casas arrumadinhas para as festas de fim de ano”, conta. Segundo ele, neste ano já houve um aumento de aproximadamente 10% nas vendas em relação ao mesmo período no ano passado, considerados um dos melhores anos da história para a construção civil. 

Maurício Andrade, 34 anos, gerente da loja Tintas Curitiba revela que houve um aumento nas vendas de final de ano de, no mínimo, 35% em relação ao mês anterior. A empresa Brenny Materiais de Construção também apresentou crescimento em relação a setembro, porém nada que se compare ao ano anterior, segundo relato de funcionário.

Com as diversas facilidades oferecidas pelo governo, como o Construcard, a construção civil aqueceu nestes últimos dois anos. Para Adriano Wichert Bandoch, dono da AWB Construções, muitas pessoas não faziam obras  devido à compra do material.  “Quando se criou o Construcard e se abriu outras linhas de financiamento em bancos  para a construção civil, houve  este aquecimento”, diz. Quanto ao número de clientes, Bandoch afirma que houve um aumento de, no máximo, 20% neste mês.

Com tanta demanda, há falta de profissionais e até de material. Segundo Ariadne Dal Prata Pansoln, 33 anos, gerente da Atenas Materiais de Construção, a falta de organização das empresas na hora de entregar o material prejudica. “O ano todo houve falta de cimento, atraso nas entregas. Para louças brancas, por exemplo, o prazo pra entrega é de 120 dias. Falta organização nas empresas, se elas se organizassem certinho isso não acontecia”, afirma Ariadne. 

Ricardo Esanoviski, 39 anos, pedreiro, conta que o maior problema não é a falta de materiais, mas sim de mão de obra. “É muita construtora. Às vezes preciso de alguém para me ajudar nas obras e não encontro. Tenho de fazer sozinho”, conta. A procura pelo trabalho de Esanoviski também é grande. “Neste fim de ano aumentou demais a procura, mas tem a fila. São de seis meses a um ano de espera para eu começar o trabalho em algum lugar”.

Com a casa ainda em reforma, Edgar Paulo Cruz Tareskiewicz, 56 anos, conta que já teve diversas experiências ruins anteriormente. “Já tivemos várias vezes problema. Atraso na entrega, troca de pessoal durante a obra e, até mesmo, refazer um banheiro por completo”, conta. Desta vez, porém, tudo corre bem. “Ele (o pedreiro) já havia trabalhado com a gente e tinha feito vários trabalhos que já tínhamos visto em outras casas. Fizemos ainda uma pesquisa, foram quatro, cinco orçamentos. Levamos em consideração prazo de entrega, qualidade e a questão de confiabilidade, até porque você acaba por deixar casa na mão dessa pessoa quando precisar sair ou algo assim”, conta.

Cuidados — Algumas medidas podem evitar grandes dores de cabeça na hora de se reformar ou construir sua casa, segundo o Luiz Fernando Pereira, 41 anos, consultor jurídico do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Paraná (Sinduscon-PR). 
Pereira afirma que é importante conferir no registro de imóveis se a incorporadora está registrada, pesquisar a idoneidade da empresa e firmar um seguro de entrega de obra. 

Ele alerta que estes cuidados são necessários, caso ocorra algum imprevisto durante a obra. “Em uma ação de rescisão de contrato e requerimento de devolução de dinheiro e no caso de atraso da obra, indenização por danos morais e, ainda, uma indenização no valor do aluguel por cada mês de atraso na entrega da obra”, conta.