por master | 08/11/11 | Ultimas Notícias
O tombo de 2% na produção industrial de setembro levou o mercado financeiro a reduzir, pela quinta semana consecutiva, a estimativa de crescimento da economia neste ano. Segundo o Boletim Focus, no qual o Banco Central contabiliza as projeções de cerca de 100 analistas, a expectativa de crescimento para o Produto Interno Bruto (PIB) cedeu de 3,29% para 3,20%. Há um mês, a previsão apontava para um salto de 3,50%.
Os especialistas se mostram, porém, mais reticentes em relação à inflação. Tanto que mantiveram a estimativa para 2011 em 6,5%, o teto da meta definida pelo governo. Para o próximo ano, a perspectiva para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) recuou de 5,59% par 5,57%. “A revisão das estimativas de inflação para baixo, mesmo que marginais, devem continuar nas próximas semanas”, disse o economista Eduardo Velho, da Prosper Corretora. Segundo ele o mercado já espera uma queda do PIB no terceiro trimestre. “Não podemos descartar um crescimento inferior a 3% em 2011”, observou.
Na avaliação do economista Sidnei Moura Nehme, diretor executivo da NGO Corretora de Câmbio, o mercado ainda trabalha com um PIB considerável para 2011, apesar da gravidade da crise mundial. “Face à forte perda de atividade, que vem sendo observada neste trimestre, o crescimento tende mais para 3%”, disse O pessimismo do mercado já alcançou 2012. A maioria dos analistas consultados pelo BC aponta para um avanço de 3,5%. Há um mês, a estimativa era de 3,7%.
por master | 08/11/11 | Ultimas Notícias
O tombo de 2% na produção industrial de setembro levou o mercado financeiro a reduzir, pela quinta semana consecutiva, a estimativa de crescimento da economia neste ano. Segundo o Boletim Focus, no qual o Banco Central contabiliza as projeções de cerca de 100 analistas, a expectativa de crescimento para o Produto Interno Bruto (PIB) cedeu de 3,29% para 3,20%. Há um mês, a previsão apontava para um salto de 3,50%.
Os especialistas se mostram, porém, mais reticentes em relação à inflação. Tanto que mantiveram a estimativa para 2011 em 6,5%, o teto da meta definida pelo governo. Para o próximo ano, a perspectiva para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) recuou de 5,59% par 5,57%. “A revisão das estimativas de inflação para baixo, mesmo que marginais, devem continuar nas próximas semanas”, disse o economista Eduardo Velho, da Prosper Corretora. Segundo ele o mercado já espera uma queda do PIB no terceiro trimestre. “Não podemos descartar um crescimento inferior a 3% em 2011”, observou.
Na avaliação do economista Sidnei Moura Nehme, diretor executivo da NGO Corretora de Câmbio, o mercado ainda trabalha com um PIB considerável para 2011, apesar da gravidade da crise mundial. “Face à forte perda de atividade, que vem sendo observada neste trimestre, o crescimento tende mais para 3%”, disse O pessimismo do mercado já alcançou 2012. A maioria dos analistas consultados pelo BC aponta para um avanço de 3,5%. Há um mês, a estimativa era de 3,7%.
por master | 08/11/11 | Ultimas Notícias
Denúncias envolvendo assessores de Carlos Lupi (PDT) podem antecipar mudanças no Ministério do Trabalho, que passaria para a cota do PMDB. Peemedebistas entregariam a Agricultura para os pedetistas
Brasília – O decorrer da nova crise no Ministério do Trabalho pode levar a uma troca entre PDT e PMDB no primeiro escalão do governo federal. Caso o pedetista Carlos Lupi seja afastado do comando da pasta, há chances de a vaga ficar com os peemedebistas, que abririam mão da Agricultura. A mesma mudança chegou a ser negociada durante o governo Lula, mas não houve entendimento entre os partidos.
A alteração poderia beneficiar o presidente do PDT no Paraná, Osmar Dias, cotado para assumir a Agricultura. O avanço das negociações, porém, depende do agravamento da situação de Lupi, que é presidente nacional da legenda. De acordo com reportagem publicada no fim de semana pela revista Veja, assessores do ministro teriam pedido propina a organizações não governamentais para liberar recursos públicos.
As acusações contra Lupi seguem o mesmo roteiro que derrubou outros cinco ministros suspeitos de envolvimento com corrupção na gestão Dilma Rousseff. O agravante é que ele tem menos prestígio entre a base aliada no Congresso Nacional e também no Palácio do Planalto. Já estaria nos planos da presidente substituí-lo durante reforma ministerial programada para janeiro.
Ontem, parlamentares do próprio PDT decidiram pedir à Procuradoria-Geral da República a investigação dos fatos. A queda de Lupi levaria ao agravamento das disputas internas e não estaria descartada uma mudança para a oposição. Atualmente, a sigla é apenas a sexta maior da Câmara, com 26 deputados, e a quinta maior do Senado, com quatro membros.
“Já vi essa troca [da situação para a oposição] acontecer antes. O melhor para o partido é manter os compromissos assumidos durante a campanha e ficar no governo”, defendeu Osmar Dias, visto em Brasília como um dos poucos nomes capazes de unificar o partido sem Lupi. O paranaense também defende a investigação, mas diz que é preciso dar chance de defesa ao colega.
Sobre a possibilidade de assumir a Agricultura, Osmar disse que o assunto nunca chegou a ser discutido com ele. “Historicamente já se cogitou essa troca de ministérios, mas lá no governo Lula. Isso é uma decisão da presidente Dilma, nem adianta avançar nessa conversa porque é ela quem define.”
Ele ressaltou que está satisfeito com o atual cargo na vice-presidência de Agronegócios do Banco do Brasil. “Até pela minha função tenho me dedicado muito pouco à política, só estou acompanhando esse caso pelos jornais.”
Recém-filiado ao PDT, o ex-deputado federal Gustavo Fruet – que assumiu ontem o diretório curitibano da legenda – também defendeu que as denúncias de desvios no Ministério do Trabalho precisam ser investigadas. “Não vou entrar no fanatismo de que se é do meu partido não precisa prestar contas”, justificou.
Resistência
Os inconvenientes para a troca de ministérios seriam as resistências de setores dos dois partidos. Enquanto os pedetistas têm origem trabalhista e ligações com o movimento sindical, os peemedebistas têm forte envolvimento com a bancada ruralista no Congresso. Além disso, a indicação do ministro da Agricultura vem sendo feita pela bancada do PMDB na Câmara, que não estaria disposta a ceder espaço.
Por outro lado, há dúvidas sobre a evolução do estado de saúde do atual ministro da Agricultura, o deputado gaúcho Mendes Ribeiro. No dia 14 de outubro, ele passou por uma cirurgia para retirar um tumor do cérebro e ainda está em recuperação. Na semana passada, após receber alta, ele voltou a ser internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, com dores na cabeça.
por master | 08/11/11 | Ultimas Notícias
Denúncias envolvendo assessores de Carlos Lupi (PDT) podem antecipar mudanças no Ministério do Trabalho, que passaria para a cota do PMDB. Peemedebistas entregariam a Agricultura para os pedetistas
Brasília – O decorrer da nova crise no Ministério do Trabalho pode levar a uma troca entre PDT e PMDB no primeiro escalão do governo federal. Caso o pedetista Carlos Lupi seja afastado do comando da pasta, há chances de a vaga ficar com os peemedebistas, que abririam mão da Agricultura. A mesma mudança chegou a ser negociada durante o governo Lula, mas não houve entendimento entre os partidos.
A alteração poderia beneficiar o presidente do PDT no Paraná, Osmar Dias, cotado para assumir a Agricultura. O avanço das negociações, porém, depende do agravamento da situação de Lupi, que é presidente nacional da legenda. De acordo com reportagem publicada no fim de semana pela revista Veja, assessores do ministro teriam pedido propina a organizações não governamentais para liberar recursos públicos.
As acusações contra Lupi seguem o mesmo roteiro que derrubou outros cinco ministros suspeitos de envolvimento com corrupção na gestão Dilma Rousseff. O agravante é que ele tem menos prestígio entre a base aliada no Congresso Nacional e também no Palácio do Planalto. Já estaria nos planos da presidente substituí-lo durante reforma ministerial programada para janeiro.
Ontem, parlamentares do próprio PDT decidiram pedir à Procuradoria-Geral da República a investigação dos fatos. A queda de Lupi levaria ao agravamento das disputas internas e não estaria descartada uma mudança para a oposição. Atualmente, a sigla é apenas a sexta maior da Câmara, com 26 deputados, e a quinta maior do Senado, com quatro membros.
“Já vi essa troca [da situação para a oposição] acontecer antes. O melhor para o partido é manter os compromissos assumidos durante a campanha e ficar no governo”, defendeu Osmar Dias, visto em Brasília como um dos poucos nomes capazes de unificar o partido sem Lupi. O paranaense também defende a investigação, mas diz que é preciso dar chance de defesa ao colega.
Sobre a possibilidade de assumir a Agricultura, Osmar disse que o assunto nunca chegou a ser discutido com ele. “Historicamente já se cogitou essa troca de ministérios, mas lá no governo Lula. Isso é uma decisão da presidente Dilma, nem adianta avançar nessa conversa porque é ela quem define.”
Ele ressaltou que está satisfeito com o atual cargo na vice-presidência de Agronegócios do Banco do Brasil. “Até pela minha função tenho me dedicado muito pouco à política, só estou acompanhando esse caso pelos jornais.”
Recém-filiado ao PDT, o ex-deputado federal Gustavo Fruet – que assumiu ontem o diretório curitibano da legenda – também defendeu que as denúncias de desvios no Ministério do Trabalho precisam ser investigadas. “Não vou entrar no fanatismo de que se é do meu partido não precisa prestar contas”, justificou.
Resistência
Os inconvenientes para a troca de ministérios seriam as resistências de setores dos dois partidos. Enquanto os pedetistas têm origem trabalhista e ligações com o movimento sindical, os peemedebistas têm forte envolvimento com a bancada ruralista no Congresso. Além disso, a indicação do ministro da Agricultura vem sendo feita pela bancada do PMDB na Câmara, que não estaria disposta a ceder espaço.
Por outro lado, há dúvidas sobre a evolução do estado de saúde do atual ministro da Agricultura, o deputado gaúcho Mendes Ribeiro. No dia 14 de outubro, ele passou por uma cirurgia para retirar um tumor do cérebro e ainda está em recuperação. Na semana passada, após receber alta, ele voltou a ser internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, com dores na cabeça.
por master | 07/11/11 | Notícias NCST/PR
Estiveram reunidos na manhã desta segunda-feira (07) na sede da Nova Central em Curitiba, os senhores Denílson Pestana da Costa (NCST/PR), Jorge Moraes (Sticm Maringá), Celso Domingues Lopes (Sticm Telêmaco Borba), Robson “Jamaica” (Força sindical/PR) e José Alexandre dos Santos (CUT/PR).
O encontro teve como objetivo a distribuição e analise das informações obtidas nas 6 Conferências Macrorregionais do Emprego e Trabalho Decente realizadas nas regiões de Pato Branco, Cascavel, Maringá, Londrina, Curitiba e Ponta Grossa, bem como, balanço geral da participação da bancada trabalhista nos eventos.
Tais informações servirão de base para a I conferência Paranaense do Emprego e Trabalho Decente que será realizada em Curitiba.