por master | 13/10/11 | Ultimas Notícias
O Índice de Expectativa das Famílias (IEF) divulgado, na última segunda-feira (10), pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que em setembro, 71,9% das famílias brasileiras indicaram estar melhor financeiramente hoje do que há um ano, percentual ligeiramente inferior ao apresentado no mês anterior (73,8%). Esta queda é verificada no aumento da proporção de famílias que acreditam terem piorado financeiramente, de 22,7% para 23,7%.
A região Centro-Oeste manteve-se a mais otimista no aspecto de melhoria financeira em relação ao ano anterior (83,5%), com quase 10 pontos percentuais a mais em relação à segunda maior, a região Sudeste (73,8%). Enquanto o Centro-Oeste apresentou uma elevação de quase 4 pontos percentuais frente ao mês de agosto, a região Sudeste caiu de 79,2% para 73,8%.
No quesito expectativa sobre a situação financeira das famílias para o próximo ano, a região Norte é a que se mantém mais otimista (92,7%), apesar de uma leve queda em relação aos dados de setembro de 2010 (94,7%).
A pesquisa indica ainda que, nesse mesmo período, o Centro-Oeste, que em outras variáveis vem se mostrando a região mais otimista, demonstrou um salto considerável de expectativas positivas quanto à situação financeira das famílias para os próximos 12 meses, passando de 71,6% para 92,6% entre setembro de 2010 e setembro de 2011.
A média nacional em relação à situação das famílias para o próximo ano (77,8%) e as taxas das regiões Sul (70,3%), Sudeste (75,2%) e Nordeste (77,4%) apresentaram quedas em relação ao mês anterior. A redução mais expressiva foi de 6,2 pontos percentuais, registrada na região Sudeste. A região Sul manteve-se como a menos otimista quanto à situação financeira das famílias para os próximos 12 meses, diz o estudo.
Produzido pelo Ipea desde agosto do ano passado, o IEF revela a percepção das famílias brasileiras em relação à situação socioeconômica do país para os próximos 12 meses e para os cinco anos seguintes. A pesquisa aborda temas como situação econômica nacional; condição financeira passada e futura; decisões de consumo; endividamento e condições de quitação de dívidas e contas atrasadas; mercado de trabalho, especialmente nos quesitos segurança na ocupação e sentimento futuro de melhora profissional.
O IEF é uma pesquisa estatística mensal por amostragem, realizada em 3.810 domicílios de mais de 200 municípios de todo o país, com margem de erro de 5%. A escala de pontuação de expectativas das famílias vai de 0 a 100 e segue as seguintes indicações: grande pessimismo, de 0 a 20 pontos; pessimismo, de 20 a 40 pontos; moderação, de 40 a 60 pontos; otimismo, de 60 a 80 pontos; grande otimismo, de 80 a 100 pontos.
Fator socioeconômico
Os brasileiros permanecem otimistas em relação à situação socioeconômica do país, aponta a pesquisa. Apesar de o índice apurado em setembro (63,1 pontos) ser 2,1 pontos inferior ao apurado no mês de agosto, a avaliação é de que o brasileiro continua otimista.
A ligeira queda da média nacional (2,1 pontos) refletiu a diminuição dos índices regionais em relação a agosto no Norte, Nordeste e Sudeste. A região Norte apresentou uma diminuição de 4,1 pontos, com 57,1 pontos em setembro, a menor média registrada desde a criação do índice, marcando o retorno do grau de expectativa das famílias de otimista para moderadamente otimista, similar ao ocorrido em julho.
Enquanto isso, as regiões Sul e Centro-Oeste apresentaram elevação do otimismo. A região Sul obteve uma elevação de 4,3 pontos em relação ao mês anterior e volta a demonstrar índice acima de 60 pontos, passando de moderadamente otimista para otimista. O Centro-Oeste continua sendo a região em que as famílias têm expectativas mais otimistas, com 74,9 pontos, 1,9 ponto a mais que em agosto.
Renda e escolaridade
O otimismo sobre o futuro do Brasil é uma característica geral, apesar de algumas variações de acordo com renda e escolaridade. De acordo com o estudo, o grupo com renda de quatro a cinco salários mínimos é o mais confiante sobre as expectativas econômicas do Brasil pelos próximos 12 meses (63,03%). Por sua vez, a faixa da população com renda até um salário mínimo tem a menor expectativa positiva para os próximos 12 meses (55,53%). Apesar disso, em setembro, essa porcentagem subiu 1,73 ponto percentual em relação ao mês de agosto (53,8%).
Quanto à escolaridade, nota-se maior otimismo na faixa da população com ensino médio incompleto (67,58%). Aqueles que não possuem escolaridade ou que têm nível superior ou pós-graduação apresentam, aproximadamente, 37% de expectativas negativas para os próximos 12 meses.
Observa-se uma queda de aproximadamente 7 e 5 pontos percentuais para os grupos sem escolaridade e com fundamental incompleto, respectivamente. Assim como a expectativa sobre a situação econômica financeira para os próximos 12 meses, a população com ensino médio incompleto apresentou a expectativa mais otimista para a situação financeira da família daqui a um ano, com 83,33%.
A pesquisa mostra que, em setembro, as expectativas otimistas aumentaram na proporção em que o salário era mais elevado, apresentando o seu menor índice (69,42%) entre aqueles que ganham até 1 salário mínimo e o mais alto (87,14%) entre aqueles que recebem mais de 10 salários mínimos.
Bens duráveis
A pesquisa aponta que 53,5% das famílias brasileiras afirmam que o momento é propício para compra de bens duráveis, contra 41,1% que acham que o momento não é o ideal, de acordo com dados do IEF. As regiões Norte e Sul apresentam expectativas pessimistas maiores do que as otimistas sobre o momento para comprar bens duráveis, com índices de 63,3% e 54,1%, respectivamente para cada região.
O Nordeste é a região com maior percentual de otimismo (62,4%), seguida da Centro-Oeste (56,8%) e Sudeste (56,1%). O índice de otimismo na região Norte (32,7%) ainda é menor do que o registrado entre aqueles que consideram um mau momento para a compra de bens duráveis no Nordeste (34,9%).
A menor diferença entre opiniões otimistas e pessimistas encontra-se na média nacional, 12,4 pontos percentuais. Na região Centro-Oeste, os otimistas apresentam uma diferença de 30,1 pontos percentuais frente àqueles que consideram um mau momento.
A pesquisa sobre o grau de endividamento frente à renda familiar manteve-se praticamente igual ao mês anterior, com 9% considerando-se muito endividados e 52,4% declarando não possuir dívidas. A região Centro-Oeste tem a maior proporção de famílias sem dívidas a pagar (82,1%), seguida da Sudeste (62,2%) e da Sul (47,6%).
A região Norte tem uma situação razoavelmente equilibrada entre os grupos que afirmam não possuir dívidas (35,3%), ser pouco endividado (20,3%) e ser “mais ou menos” endividados (32,7%). A região Nordeste possui o maior índice de famílias que estão com dívidas, com 13,6% entre as muito endividadas, quase 4 pontos percentuais acima da média nacional.
Aproximadamente 15,2% das famílias brasileiras afirmam que, embora tenham contas atrasadas, terão condições de quitá-las totalmente e 54,9% poderão quitá-las parcialmente. Das famílias entrevistadas, 28,7% dizem não ter condições de pagar suas contas atrasadas. A região com maior percentual de famílias que não terão tais condições é a Norte, com 40,4%, seguida pela Sudeste, com 31,4%.
A pesquisa constatou ainda que 6,6% das famílias entrevistadas planejavam tomar empréstimo ou financiamento para adquirir algum bem nos próximos três meses – valor ligeiramente maior do que o do mês de agosto.
A proporção de famílias que esperam tomar empréstimos é maior no Nordeste (9,7%), sendo 3 pontos percentuais maior que a região Sul (6,7%) – a segunda maior proporção – e 7 pontos percentuais maior que a região Norte (2,7%), que tem a menor inclinação para tomar financiamento ou empréstimo pelos próximos três meses.
por master | 13/10/11 | Ultimas Notícias
O ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho afirmou, na última terça-feira (11), que o governo só conseguirá encontrar uma saída para o fim do fator previdenciário com a ajuda de parlamentares, sindicatos de aposentados e centrais sindicais.
“Enquanto estiver como ministro da Previdência, não sossegarei até pôr fim ao fator previdenciário”, disse. Segundo ele, é essencial encontrar uma alternativa para o atual dispositivo – que gerou, até hoje, uma economia de R$ 31 bilhões para a Previdência.
Garibaldi Alves participou da sessão solene em homenagem aos 26 anos da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap).
O fator previdenciário é uma fórmula usada para calcular o valor das aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e tem o objetivo de evitar que trabalhadores se aposentem cedo.
Os parlamentares presentes à sessão fizeram coro sobre a necessidade do fim do fator e cobraram a aprovação do PL 3.299/08, do senador Paulo Paim (PT-RS), que trata sobre o tema. Segundo Faria de Sá, a Câmara não tem se preocupado em votar a medida. “Quero cobrar desta Casa: tenha vergonha, respeite os aposentados e pensionistas deste país”, disse.
Paim afirmou que o fator previdenciário é um crime contra os mais pobres. “Se conseguirmos nos mobilizar, vamos garantir o fim do fator e o reajuste real dos aposentados”, disse.
O deputado Assis Melo (PCdoB-RS) também defendeu o fim do dispositivo. “Do ponto de vista do movimento sindical, temos que acabar com o fator previdenciário e depois buscar uma alternativa para ele. A ideia de que para usar um direito, o trabalhador tem de abrir mão de outro, e para se aposentar, tem de abrir mão de parte do salário, é um absurdo que só acontece aqui no Brasil. É por isso que estamos nessa luta”.
Recomposição das aposentadorias
Outra cobrança dos deputados foi a aprovação do PL 4.434/08, também de Paim. A proposta cria um índice de correção previdenciária para garantir o reajuste dos benefícios da Previdência de acordo com o aumento do valor mínimo.
Segundo dados da Cobap, de 1991 a 2010, cerca de 4,6 milhões de aposentados tiveram perdas salariais que reduziram o valor recebido para um salário mínimo.
Marçal Filho afirmou que a redução salarial é uma “tremenda crueldade” contra quem recolheu determinado número de salários e agora recebe bem menos. De acordo com ele, é necessário entender que os aposentados e pensionistas não podem esperar “indefinidamente” pela mudança na legislação.
por master | 13/10/11 | Ultimas Notícias
Matéria publicada na revista Istoé Dinheiro, edição 729, de 23 de setembro, assinada pela jornalista Denize Bacoccina explicita os bastidores do debate que levou a Câmara a aprovar, em tempo recorde, projeto de lei do ano de 1989 sobre a regulamentação do aviso prévio proporcional ao tempo de serviço.
“Essa decisão não era a ideal, mas, dentro das circunstâncias, era a que melhor se ajustava aos interesses do empresariado”, avaliou o gerente-executivo da área jurídica da CNI, Cássio Borges. “O receio era de que o Supremo poderia decidir algo muito pior”, completa.
“O ministro Marco Aurélio Mello sugeriu dez dias adicionais para cada ano de trabalho, o que daria um total de 300 dias para quem fosse demitido depois de 30 anos de casa. Diante do risco, os empresários foram ao Congresso pressionar pela regulamentação do artigo constitucional, que prevê um mínimo de 30 dias de aviso-prévio. Com a mudança, que só depende de sanção presidencial, empresas que já pagam 102,6% sobre a folha de pagamento em impostos, encargos e tributos terão custos maiores”, acrescenta a matéria da revista.
Leia a íntegra da matéria publicada na revista Istoé Dinheiro:
A quem interessa o aviso-prévio de 90 dias?
Nº edição: 729 | 23.SET.11 – 21:00
Com a situação de pleno emprego no País, o poder está nas mãos dos trabalhadores.
A Vale ofereceu mais 1,7 salário a quem ficar na empresa nos próximos dois anos.
por Denize Bacoccina
A Câmara aprovou na noite da quarta-feira 21 uma extensão para até 90 dias do aviso-prévio em caso de demissão sem justa causa. Além dos 30 dias pelo primeiro ano de trabalho, o aviso-prévio aumenta três dias para cada ano trabalhado, até o limite de 90 dias para quem ficou mais de 20 anos na mesma empresa. Mas por que um projeto que foi aprovado no Senado em 1989 e estava parado na Câmara desde 1995 sai de repente da gaveta?
A resposta está na atuação da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que, temerosa de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu por uma contenção de perdas com uma decisão mais amena no Congresso. “Essa decisão não era a ideal, mas, dentro das circunstâncias, era a que melhor se ajustava aos interesses do empresariado”, avaliou o gerente-executivo da área jurídica da CNI, Cássio Borges. “O receio era de que o Supremo poderia decidir algo muito pior”, completa.
O Supremo está votando um pedido de indenização de quatro funcionários da Vale que foram demitidos – mas deixou claro que essa decisão, na ausência da regulamentação da Constituição, valeria também para os demais trabalhadores. As primeiras manifestações dos ministros, em junho, apavoraram os industriais. O ministro Luiz Fux citou a legislação de vários países europeus, com aviso-prévio de até seis meses, dependendo da duração do contrato de trabalho e da idade do funcionário.
O ministro Marco Aurélio Mello sugeriu dez dias adicionais para cada ano de trabalho, o que daria um total de 300 dias para quem fosse demitido depois de 30 anos de casa. Diante do risco, os empresários foram ao Congresso pressionar pela regulamentação do artigo constitucional, que prevê um mínimo de 30 dias de aviso-prévio. Com a mudança, que só depende de sanção presidencial, empresas que já pagam 102,6% sobre a folha de pagamento em impostos, encargos e tributos terão custos maiores.
Na prática, a medida vai incidir sobre uma parcela pequena do mercado. Um estudo da Confederação Nacional das Instituições Financeiras mostra que 62,7% dos trabalhadores desligados em 2009 tinham menos de um ano de casa e 42,7% tinham menos de seis meses.
O prazo máximo, de 90 dias, só seria aplicado para poucos. Em geral, trabalhadores demitidos têm pouco tempo no emprego e os mais
antigos costumam sair por causa de uma oferta melhor de trabalho. É esse o dilema vivido pelo Brasil atualmente. Num momento em que o desemprego se consolida em 6% – ou seja, pleno emprego -, o poder está nas mãos dos trabalhadores.
Não é à toa que a Vale está oferecendo 1,7 salário a quem concordar em permanecer na empresa por dois anos. Vários setores têm dificuldade em contratar, e empresas aceitam pagar mais para manter funcionários já treinados. O aviso-prévio mais longo não é uma obrigação apenas das empresas, mas também dos trabalhadores. Será que interessa a quem arrumou um novo emprego demorar dois ou três meses no antigo?
“É uma via de mão dupla. Um profissional que deseje mudar de empresa pode ser obrigado a cumprir um aviso-prévio muito longo e acabar perdendo a nova oportunidade ou ter de pagar um valor maior à empresa”, alertou o presidente da Fiesp, Paulo Skaf. O que surpreende é que um dirigente empresarial tenha alertado para o efeito colateral de uma medida que supostamente protegeria os trabalhadores.
por master | 13/10/11 | Ultimas Notícias
Mesmo com o mercado estagnado, as indústrias de Arapongas estão capitalizadas e investem em maquinários modernos
Indústrias capitalizadas e consolidadas para enfrentar um crescimento discreto é a realidade do polo moveleiro de Arapongas em 2011. Na última segunda-feira, a cidade completou 64 anos com um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 1,6 bilhão. Conforme dados do caderno municipal do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), o município tem hoje 2.899 empresas, que geram mais de 33,7 mil empregos, destas 871 indústrias moveleiras geram 10.880 empregos diretos.
”As indústrias ainda estão contratando, desde que o trabalhador seja qualificado e a tendência é manter o funcionário que já está adaptado aos colegas e ao maquinário, por isso há pouca troca de empregados”, comenta o presidente do Sindicato das Indústrias de Móveis de Arapongas (Sima), Nelson Poliseli, fazendo uma análise da instabilidade momentânea do setor.
Segundo o presidente, a instabilidade foi ocasionada pelo endividamento da população, que tem financiado veículos e optado por adiar novas dívidas. ”As lojas não vendem e se não vendem, não compram e o mercado fica parado”, opina. Mas apesar das dificuldades, para ele, o cenário ainda é positivo. Saiba mais na reportagem de Mariana Guerin.
por master | 13/10/11 | Ultimas Notícias
Em Brasília, marcha anticorrupção reúne 20 mil
Segunda mobilização organizada pela internet tinha bandeiras a favor da Lei da Ficha Limpa e com críticas ao Judiciário
O início do trajeto foi o Museu da República, na Esplanada dos Ministérios. Depois, os manifestantes circundaram o Congresso Nacional
Brasília – Cerca de 20 mil manifestantes participaram ontem da marcha contra a corrupção em Brasília, de acordo com estimativas da Polícia Militar. A organização do protesto foi feita através da rede social Facebook. O mesmo grupo já havia feito um protesto no feriado de 7 de Setembro, quando aproximadamente 10 mil pessoas foram à Esplanada dos Ministérios.
Formalmente, a marcha pressiona pelo fim do voto secreto e em favor da Lei da Ficha Limpa, mas as faixas dos manifestantes mostraram desde críticas ao governo e ao Judiciário até reivindicações por melhores salários no funcionalismo público.
Parte do grupo carregou uma pizza gigante, desenhada em um painel de 15 metros. Outros carregaram faixas com mensagens como ”País rico é país sem corrupção”, fazendo alusão ao slogan do governo Dilma Rousseff, e ”País rico é país sem miséria”. Nominalmente, os manifestantes criticaram o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e o deputado cassado José Dirceu, que saiu do governo Lula após o escândalo do mensalão. Ambos foram chamados de ”ladrões” e ”corruptos”.
Confusão em Curitiba
Em Curitiba, um veículo avançou duas vezes, de ré, em direção aos manifestantes que protestavam contra a corrupção. Ninguém foi atingido. Cerca de 500 pessoas participavam do protesto no momento.
O carro, dirigido por um homem que aparentava ter cerca de 25 anos, tentava escapar do bloqueio da avenida Cândido de Abreu durante o protesto. Ele avançou sobre o canteiro central e pegou a pista que estava livre, no sentido contrário, passando entre alguns manifestantes. No momento em que o carro cruzou o protesto, alguns jovens protestaram com gritos e deram tapas na carroceria. O carro acelerou e, em seguida, perseguido por cerca de 20 pessoas, parou, deu ré e avançou sobre os manifestantes, que recuaram.
O gesto foi repetido uma outra vez, alguns segundos depois, mais à frente. Os manifestantes não conseguiram parar o carro e, depois, foram desencorajados da perseguição por algumas lideranças do protesto. A Polícia Militar não acompanhava a manifestação no momento do incidente.