NOVA CENTRAL SINDICAL
DE TRABALHADORES
DO ESTADO DO PARANÁ

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DESENVOLVIMENTO
JUSTIÇA SOCIAL

Crédito imobiliário cresceu 30,5%

Crédito imobiliário cresceu 30,5%

A Caixa Econômica Federal contratou mais de R$ 12 bilhões em crédito imobiliário, este ano até a última terça-feira, segundo dados divulgados ontem pelo banco. Essas contratações representam crescimento de 30,5% em relação a igual período do ano passado (R$ 8,7 bilhões).
 
No mês passado, a Caixa aplicou na habitação R$ 2,7 bilhões com recursos da poupança, aumentando de 32,3% para 46,5% a sua participação no mercado imobiliário nessa modalidade. Em relação ao mesmo período de 2011, o crescimento chega a 54% .

A expectativa da Caixa em 2012 é ultrapassar R$ 90 bilhões de financiamento em crédito imobiliário. Em 2011, a carteira imobiliária do banco apresentou saldo de R$ 152,9 bilhões, aumento de 41,1% em relação ao registrado no ano anterior. Foram liberados R$ 80,1 bilhões para habitação, valor 5,5% superior ao contratado em 2010.
Crédito imobiliário cresceu 30,5%

Estudantes e sindicatos europeus protestam contra austeridade

Bruxelas a Atenas, passando por Paris, Lisboa e Madri, trabalhadores europeus protestaram nesta quarta-feira contra a política de austeridade, convoados pela Confederação Europeia de Sindicatos (CES), que com a consigna “Basta!” convocou um dia de mobilização em todo o continente.
 
Esta mobilização foi realizada nas vésperas da cúpula da UE, que ocorre na quinta e na sexta-feira em Bruxelas para assinar o novo tratado europeu de disciplina orçamentária.
 
Em Bruxelas, cerca de 200 representantes de sindicatos belgas, franceses, alemães, austríacos e gregos reuniram-se diante da sede do Conselho Europeu, onde a cúpula será realizada.
 
Aos gritos de “menos cortes, mais educação”, milhares de estudantes secundaristas e universitários protestaram nesta quarta-feira em toda a Espanha contra os cortes em educação, em manifestações marcadas pela violência em Barcelona.
 
Em Barcelona, 25.000 estudantes segundo a polícia, 70.000 segundo os organizadores, protestaram para denunciar “o calote social” provocado pelos cortes orçamentários destinados a lutar contra a crise.
 
Os incidentes deixaram 12 feridos leves, entre eles sete policiais, e a prisão de 12 pessoas, duas das quais menores de idade, afirmaram as autoridades.
 
“Não pagaremos seu calote” e “vamos salvar a universidade pública”, proclamavam dois grandes cartazes que abriam o cortejo.
 
Quando a passeata chegou na altura da bolsa, um grupo começou a lançar objetos contra o edifício e a polícia, que os dispersou e promoveu várias prisões.
 
Um grupo de jovens, alguns com os rostos cobertos, quebrou portas de vidro de um banco e colocou fogo em cestos de lixo e outros mobiliários urbanos.
 
Os estudantes protestavam também contra a violência policial ocorrida em manifestações anteriores.
 
Em Valência (leste), uma manifestação de estudantes acabou em 20 de fevereiro com uma repressão policial que resultou em dezenas de detidos e vários feridos, com imagens que comoveram o país.
 
“Fazem cortes na escola pública. Não nos dão trabalho e quando protestamos democraticamente, nos reprimem com total impunidade”, disse à AFP o secretário-geral da união nacional de estudantes, Tohil Delgado, denunciando que em Valência “mais de 65 institutos sofrem cortes de calefação e eletricidade”.
 
Os estudantes haviam convocado manifestações em cerca de 40 cidades do país para protestar contra as medidas de austeridade do novo governo conservador, que busca combater um déficit que em 2011 alcançou 8,51% do PIB, muito acima dos 6% previstos.
 
Estudantes e sindicatos protestavam também contra a reforma trabalhista estabelecida para tentar criar emprego em um país com desemprego recorde de 22,85%.
 
Convocados pelos sindicatos Comissões Operárias e União Geral dos Trabalhadores, cerca de 1 mil pessoas se reuniram no fim da tarde na praça central Porta do Sol em Madri, em torno de um enorme cartaz que dizia: “abaixo a reforma trabalhista e os cortes. Greve geral”.
 
Na França, milhares de trabalhadores protestaram e movimentos limitados de greve prejudicaram alguns voos.
 
Em Marselha (sudeste), entre 2.700 manifestantes, segundo a polícia, e 10.000 segundo os sindicatos, protestaram no velho porto.
 
Em Paris, 15.000 pessoas protestaram, segundo o sindicato CGT, e 8.700 segundo a polícia. A manifestação na capital francesa foi liderada por uma bandeira com o lema: “em toda a Europa, basta, existem alternativas para o emprego e a justiça social”.
 
Em Atenas, houve manifestações simbólicas em frente aos escritórios da Comissão Europeia e junto à Acrópole. Cerca de 1 mil manifestantes se reuniram na praça Syntagma em frente ao Parlamento para assistir a um show ao ar livre contra a austeridade.
 
Na Bélgica, dezenas de manifestantes lançaram em um rio de Lieja (sudeste) imagens do presidente francês, Nicolas Sarkozy, e da chanceler alemã, Angela Merkel.
 
Em Portugal, centenas de pessoas protestaram em Oporto (norte) e depois cerca de 500 em Lisboa, convocados pela principal confederação sindical do país, a CGTP.
 
Nenhuma manifestação ocorreu na Itália, onde estava prevista uma gureve de transportes públicos para quinta-feira.
Crédito imobiliário cresceu 30,5%

Desemprego na Eurozona alcançou 10,7% em janeiro

O índice de desemprego na Eurozona aumentou a 10,7% em janeiro, contra 10,6% registrado em dezembro de 2011, anunciou a agência europeia de estatísticas Eurostat.
 
Mais uma vez a Espanha é a mais afetada pelo desemprego, com uma taxa de 23,3%.
 
A taxa de desemprego na Eurozona de 10,7% representa 16,92 milhões de pessoas, um aumento de 185.000 pessoas em um mês.
 
Em janeiro do ano passado, a taxa de desemprego no bloco dos 17 países que adotaram o euro foi de 10,0%.
 
Depois da Espanha, o país com o segundo maior índice de desemprego é a Grécia (19,9% em novembro de 2011), seguida por Irlanda e Portugal (14,8% cada).
 
Estes quatro países integram ao lado da Itália o grupo dos PIIGS europeus, um acrônimo utilizado para definir as economias mais ameaçadas e fragilizadas pela crise da dívida europeia. Três destes países foram resgatados por créditos da União Europeia e todos adotaram medias rígidas de austeridade exigidas pela UE.
 
As menores taxas de desempregos foram registradas na Áustria (4,0%), Holanda (5,0%) e Luxuemburgo (5,1%).
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Taxa de desemprego sobe a 9,5% em janeiro, aponta Dieese

A taxa de desemprego nas sete regiões pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) subiu para 9,5% em janeiro, sobre 9,1% em dezembro de 2011, de acordo com divulgação desta quarta-feira (29). A taxa teve a primeira alta desde junho de 2011, quando ficara em 11%. A pesquisa é feita em parceria com a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade).

No conjunto das sete regiões onde a pesquisa é realizada (Distrito Federal e Regiões Metropolitanas de Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo), em janeiro, o total de desempregados foi estimado em 2,1 milhões de pessoas, 104 mil a mais do que no mês anterior.
 
O crescimento atípico da população economicamente ativa (PEA) durante janeiro, somada à eliminação de vagas temporárias, pesou na taxa de desemprego. “A PEA cresceu de maneira incomum. Mais gente procurando emprego, mais vagas precisam ser criadas. Mas há certo otimismo no mercado de trabalho tanto de quem procura como de quem oferece vagas”, disse Sérgio Mendonça, economista do Dieese. Na avaliação de Mendonça, esse crescimento da PEA não preocupa. “Mesmo que essa elevação seja mais intensa, a taxa de desemprego não deve crescer, vai cair mais devagar.”
 
O total de ocupados, nas sete regiões investigadas, foi estimado em 20,167 milhões de pessoas.
 
Por regiões pesquisadas, a taxa de desemprego total cresceu em São Paulo (de 9% em dezembro para 9,6%), Salvador (de 14,1% para 15%), Fortaleza (de 7,7% para 8,1%) e no Distrito Federal (de 11% para 11,5%), mas manteve-se relativamente estável em Belo Horizonte (de 5,2% para 5,1%), Porto Alegre (de 6,4% para 6,5%) e Recife (de 12,2% para 11,9%), diz o Dieese.
 
Em dezembro de 2011, no conjunto das regiões pesquisadas, o rendimento médio real dos ocupados subiu 0,4% e o dos assalariados, caiu 0,4%. Os valores monetários ficaram em R$ 1.458 e R$ 1.510, respectivamente.
 
Apesar da alta da taxa em janeiro, as expectativas para 2012 são boas, de acordo com a Fundação Seade, uma vez que a dinâmica do mercado interno está aquecida, com fatores como o aumento do salário mínimo e redução de juros.
 
Níveis de atividade
Segundo setor de atividade econômica, no conjunto das regiões, o nível ocupacional registrou alta na construção civil (com a geração de 30 mil postos de trabalho, ou crescimento de 2,3%), nos serviços (criação de 26 mil, ou alta de 0,2%) e no agregado outros setores (6 mil, ou 0,4%). O nível permaneceu estável no comércio e diminuiu na indústria (menos 46 mil postos de trabalho, ou retração de 1,5%).
 
Região Metropolitana de São Paulo
A taxa de desemprego total na Região Metropolitana de São Paulo também subiu em janeiro, ao passar de 9%, em dezembro, para os atuais 9,6%. O comportamento era esperado para o período, diz o Dieese/Seade.
 
Mesmo assim, a taxa de 9,6% ainda é a menor taxa de desemprego para o mês desde janeiro desde 1991, quando foi de 9,9%, diz a Fundação Seade.
 
Em janeiro, o contingente de desempregados na região foi estimado em 1,037 milhão de pessoas, 69 mil a mais do que no mês anterior .
 
Crédito imobiliário cresceu 30,5%

Sindicatos franceses protestam contra medidas de austeridade

Os principais sindicatos franceses se uniram na quarta-feira para uma jornada de mobilização contra as medidas de austeridade impostas em toda a União Europeia, mas os transtornos em decorrência das passeatas e paralisações devem ser limitados.
 
Os protestos, convocados por cinco centrais sindicais, são parte de um movimento mais amplo para pressionar os líderes dos 27 países da União Europeia a aproveitarem sua cúpula de quinta e sexta-feira em Bruxelas para adotarem medidas em prol do crescimento.
 
O governo do presidente Nicolas Sarkozy, que disputa a reeleição em abril, já adotou três pacotes de controle fiscal desde o ano passado, congelando os salários de parte do funcionalismo público, mas evitando as medidas mais restritivas impostas em outros países europeus.
 
Os sindicatos disseram nesta semana que cerca de 160 passeatas estavam programadas em toda a França, e a poderosa central CGT alertou para paralisações em parte dos setores de transportes, serviços públicos, construção civil e energia.
 
A CGT quer pressionar Sarkozy especialmente contra as propostas de elevação dos impostos sobre o comércio, o que segundo o presidente permitirá a desoneração das folhas de pagamento e tornará os custos trabalhistas da França mais competitivos em relação à Alemanha.
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Presidente da Nova Central participa do Seminário de Análise Conjuntural do Setor da Construção e do Mobiliário

O Presidente da NCST/PR – Denílson Pestana da Costa está participando do 1º SEMINÁRIO DE ANÁLISE CONJUNTURAL DO SETOR DA CONSTRUÇÃO E DO MOBILIÁRIO DO ESTADO DO PARANÁ. O evento realizado pela FETRACONSPAR teve início às 14:00 horas desta terça-feira (28) e encerramento às 12:00 horas do dia 29 de fevereiro de 2012, e ocorre nas dependências do CONDOR HOTEL em Curitiba/PR.

Participam deste seminário os 31 membros das comissões de negociação, além dos presidentes de sindicatos filiados que tenham sindicato patronal em sua base territorial.

A abertura do evento (terça, 28) teve como tema: Conjuntura Econômica internacional, Nacional e Paranaense – Palestra ministrada pelo Senhor Cid Cordeiro – Economista, Coordenador Regional do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese/PR).

Na manhã desta quarta (29), Cordeiro falou sobre a Conjuntura Setorial e Perspectivas das negociações para 2012, na palestra foram apresentados dados sobre emprego, produção e exportações.