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Operário morre soterrado em Belo Horizonte

Operário morre soterrado em Belo Horizonte

Um funcionário da construção civil morreu soterrado na manhã de hoje, em uma obra, em Belo Horizonte, Minas. O acidente aconteceu por volta das 11 horas, no bairro Sion. Segundo o Corpo de bombeiros, o barranco desabou sobre Charles Barros da Cruz, de 27 anos, quando ele realizava trabalhos de escavação de uma tubulação, em uma obra na Rua Patagônia, 300. O operário chegou a ser socorrido por médicos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Operário morre soterrado em Belo Horizonte

Sinduscon-SP: Custo Unitário Básico tem alta de 0,14% em setembro

SÃO PAULO – O Custo Unitário Básico (CUB) da construção civil do Estado de São Paulo cresceu 0,14% em setembro, na comparação com a agosto, para R$ 953,75 por metro quadrado.

O indicador reflete a variação dos custos do setor para uso nos reajustes dos contratos de obras e é medido pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) e pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

No ano, o CUB acumula alta de 5,71% e, nos 12 meses encerrados em setembro, elevação de 5,43%.

As despesas das construtoras com materiais de construção subiram 0,16% em setembro ante agosto, os custos com mão de obra aumentaram 0,13% e os salários dos engenheiros não tiveram alteração. Dez dos 41 itens pesquisados subiram acima do IGP-M de setembro.

(Chiara Quintão | Valor)

Operário morre soterrado em Belo Horizonte

Ministro do Trabalho prevê pleno emprego em 2012, apesar da crise

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, acredita que o Brasil alcançará o pleno emprego ao longo de 2012. Para ele, a condição, caracterizada quando a taxa de desemprego fica próxima a 5%, é possível de ser alcançada a despeito dos efeitos decorrentes da crise internacional, que atinge principalmente os Estados Unidos e a Europa.

“Minha expectativa é de que possamos alcançar o pleno emprego no ano que vem”, afirmou Lupi, após participar de Convenção Estadual de seu partido, o PDT, em São Paulo. Em agosto, a taxa de desemprego medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nas seis principais regiões metropolitanas do País ficou estável em 6,0%.

A geração de empregos ao longo de 2011 deverá totalizar 2,7 milhão de postos formais, afirmou Lupi. O resultado é inferior à meta anterior, de 3 milhões de vagas, mas ainda é considerado positivo pelo executivo.

“Atingiremos agora, neste mês, dois milhões (de novos empregos) com a presidenta Dilma e 18 milhões nos governos Lula e Dilma”, disse Lupi. “É um número monstruoso. Já está faltando trabalhador”, destacou.

Até agosto, a geração de vagas formais somava 1.825.382 postos, abaixo das 2.195.370 vagas geradas nos oito primeiros meses de 2010.

Para Lupi, a geração de 2,7 milhões de postos no ano é expressiva, principalmente quando comparada com o resultado de outros países. Os Estados Unidos, por exemplo, preveem a abertura de 150 mil vagas, lembrou o ministro.

No último dia 14 de setembro, Lupi havia comentado que a projeção de empregos gerados este ano estava entre 2,7 milhões e 3 milhões. Duas semanas e meia depois, ele acaba de ajustar a estimativa para o piso do intervalo.

“A crise internacional sempre acaba, de alguma maneira, afetando o emprego regional, porque há uma diminuição das encomendas. Mas não é nada que fará com que o Brasil, por exemplo, deixe de continuar gerando emprego recorde no mundo”, ressaltou Lupi.

A taxa de desemprego registrada em agosto passado foi a menor para o mês desde o início da série da Pesquisa Mensal de Emprego, divulgada pelo IBGE desde 2002. O recorde do levantamento foi registrado em dezembro do ano passado (mês sazonalmente mais favorável para a geração de vagas), quando a taxa de desemprego alcançou 5,3%.

‘Faxina’
Carlos Lupi também minimizou comentários de que a “faxina” promovida pela presidente Dilma Rousseff em ministérios de seu governo pudesse atingir a pasta que comanda. A possibilidade, cogitada por assessores do governo no momento mais turbulento envolvendo investigações no ministério dos Transportes, seria defendida por algumas pessoas que desejam a queda de Lupi, segundo análise do próprio ministro.

“Àqueles que desejam (queda), falo sempre uma coisa. Eu sou cana de canavial, que é uma planta que você queima, corta, e ela brota. Sabe por quê? Porque ela tem raiz profunda. Ela busca a água”, disse. “Para me cortarem e para me queimarem, muitos podem (tentar) fazer. Mas não vão conseguir”, complementou.

O ministro destacou que está na política há 35 anos e que nunca teve o nome envolvido em irregularidades. “Não existe um fato que envolva Carlos Lupi com coisa errada”, ressaltou.

Lupi tem sido alvo de uma série de acusações por parte da oposição. Na terça-feira passada, o líder do PSDB na Câmara, Duarte Nogueira (SP) entrou com duas representações, uma na Procuradoria Geral da República e outra no Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF/DF), contra Lupi. A oposição pede que seja feito um pente-fino nos órgãos de investigação a respeito de um possível aparelhamento do Ministério do Trabalho.

PR ‘ganha’ mais de 100 cadeiras de vereador

PR ‘ganha’ mais de 100 cadeiras de vereador

Emenda Constitucional que define limites de vereadores de acordo com o número de habitantes já provocou mudanças em 38 Câmaras Mais 26 Casas também querem aumentar

vereadoreslistaQuase 40 Câmaras do Paraná já aumentaram o número de cadeiras de vereador para a próxima legislatura, que se inicia em 2013. É o que revela um estudo feito pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), divulgado ontem em Porto Alegre. Das 399 Câmaras do Paraná, 121 poderiam aumentar o número de cadeiras levando em conta a Emenda Constitucional 58/2009, que definiu para todo o País o limite de vagas nos legislativos municipais de acordo com o tamanho da população. Das 121 Casas, 38 já aprovaram o aumento de cadeiras e outras 26 confirmaram a intenção de alterar, o que pode ocorrer, segundo a CNM, até 30 de junho de 2012, data que coincide com o final das convenções partidárias. 

Os 26 municípios paranaenses que informaram que ainda vão alterar o número de cadeiras são: Ampére, Antonina, Arapongas, Arapoti, Araucária, Campina Grande do Sul, Cerro Azul, Faxinal, Fazenda Rio Grande, Goioerê, Guaratuba, Irati, Jandaia do Sul, Mandirituba, Mangueirinha, Marialva, Morretes, Nova Esperança, Palmas, Paranaguá, Paranavaí, Prudentópolis, Reserva, Santa Helena, Toledo e Umuarama. 

Já o município de Cornélio Procópio aparece na pesquisa da CNM entre aqueles que não alteraram o número de cadeiras. Mas, no último dia 27, os vereadores daquela cidade voltaram atrás e aumentaram o número de vereadores. 

No Paraná, existem hoje 1.107 cadeiras de vereador. Com as alterações já feitas por causa da EC 58/2009, o número passa a ser 1.241, ou seja, 134 cadeiras a mais por enquanto. 

Em todo País, entre os 5.565 municípios brasileiros, 2.153 podem alterar o número de cadeiras, com base na EC 58/2009. Segundo a CNM, 930 já fizeram a alteração. 

O levantamento constatou que metade dos municípios que podem mudar preferiram aumentar o número de cadeiras, com exceção de Conchal (SP), que diminuiu as vagas de 13 para 11. Na outra metade, que ainda não mudaram, 62% das câmaras indicaram que ainda pretendem alterar o número de cadeiras. 

Para chegar à projeção, a área técnica da CNM consultou todas as 2.153 Câmaras que, pela legislação atual, podem mudar o número de cadeiras, e obteve resposta de 1.857 (87,7%) delas, o que fez o presidente da entidade, Paulo Roberto Ziulkoski, considerar os dados como ”quase um censo”.

Operário morre soterrado em Belo Horizonte

Bancos oferecem opção de quitar parcelas de casa própria para quem perdeu o emprego

Na hora de fechar um contrato de financiamento imobiliário, uma das maiores preocupações dos compradores é não conseguir quitar as prestações por conta de alguma eventualidade, como o desemprego ou a redução da renda. Por conta disso, os bancos vêm oferecendo seguros que garantem a cobertura de parcelas, caso ocorra algum desses imprevistos.

O banco Santander acaba de lançar o “Parcela protegida”, um seguro opcional que cobre até R$ 3 mil do valor da prestação do crédito imobiliário, no caso de desemprego involuntário ou incapacidade física temporária. O recurso pode ser utilizado durante todo o financiamento do imóvel. Para a contratação, o cliente deve ter renda composta mínima de mil reais e estar empregado por, pelo menos, 12 meses sem interrupção.

Pensando nos consumidores das classes C e D, contemplados pelo “Minha casa, minha vida”, a Caixa Econômica Federal oferece aos mutuários o Fundo Garantidor da Habitação Popular(FGHAB), que pode ser usado em caso de perda ou redução de renda. O número máximo de parcelas cobertas pelo fundo depende do orçamento mensal, chegando a 36 prestações para famílias que ganham até R$ 2.325. Para recorrer ao serviço, o comprador deve ter, no mínimo, seis prestações pagas e estar em dia até a solicitação do fundo garantidor.

 – É importante frisar que esse recurso não quita as parcelas para o mutuário. As prestações cobertas passam para o final do contrato. Funciona como uma extensão do prazo do financiamento. Depois, ele terá que ressarci-las ao Fundo Garantidor – explica a gerente regional da Caixa no Rio para a área de construção civil, Solange Duarte.

 Professor de Marketing e Negócios Imobiliários do MBA da Fundação Getulio Vargas (FGV), Paulo Ferreira alerta os mutuários sobre os riscos desses seguros:

 – Ao contratar o serviço, deve-se ficar muito atento às cláusulas do contrato. Normalmente, as empresas que oferecem esse tipo de seguro querem lucrar de alguma forma mais adiante, seja com altas taxas de juros ou na recuperação das parcelas no final do crédito.

 Entenda a modalidade 

 Fundo Garantidor da Habitação Popular, do programa “Minha casa, minha vida” – Caixa Econômica Federal  

 Cobertura: perda ou redução de renda 

 Condições:  

 *solicitação formal mediante a comprovação de desemprego ou a perda de renda, a cada três prestações requeridas  

 *pagamento mínimo de seis prestações, antes da solicitação do fundo  

 *pagamento mínimo de 5% da parcela refinanciada  

 Prestações:  

 O número máximo de prestações por contrato é fixado de acordo com a renda familiar:  

 *até R$ 2.325 – 36 prestações  

 *de R$ 2.325,01 a R$ 3.720 – 24 prestações  

 *de R$ 3.720,01 a R$ 5.000 – 12 prestações  

 Parcela Protegida – Santander  

 Cobertura:  desemprego ou incapacidade física temporária 

 Condições:  

 *pode ser utilizado durante todo o tempo do financiamento  

 *pode ser adquirido na contratação de qualquer plano de financiamento imobiliário do banco ou da linha Santander Crédito com Garantia do Imóvel  

 *cobertura de até R$ 3 mil do valor da parcela do crédito imobiliário, de três, seis ou oito parcelas mensais  

 *o prazo máximo de financiamento é de 30 anos  

 *para contração, o cliente deve ser assalariado – com exceção de funcionário público – ou profissional autônomo/liberal, com, no mínimo, 12 meses de trabalho ininterruptos  

 *para a cobertura de incapacidade física temporária, o benefício é válido para clientes autônomos e profissionais liberais que façam recolhimento do INSS  

 *a renda composta mínima para a contratação deve ser de R$ 1 mil  

 *carência de 90 dias, contada a partir da data de início de vigência do seguro, e de 12 meses entre um sinistro e outro (contados a partir da data do pagamento pela seguradora da última parcela do sinistro anterior)  

 *custo aplicado sobre a parcela mensal do financiamento, calculado levando-se em conta a alíquota de cada cobertura, sem reajustes  

 Exemplo:  

 Crédito com parcelas mensais fixas de R$ 1.700  

 *cobertura de três meses – R$ 34,48  

 *cobertura de seis meses – R$ 64,21  

 *cobertura de oito meses – R$ 91,05  

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Comissões farão seminário sobre os 45 anos do Fundo de Garantia

As comissões de Trabalho de Administração e Serviço público; e de Legislação Participativa vão realizar seminário sobre o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) “45 anos – Justiça para o Trabalhador”.

A iniciativa da reunião é do deputado André Figueiredo (PDT-CE). Ele explicou que o objetivo é debater as mudanças na Lei do FGTS 8.036/90, propostas pelo relator do Projeto de Lei 4566/08, deputado Roberto Santiago (PV-SP).

O projeto, de autoria da Comissão de Legislação Participativa, permite a movimentação da conta vinculada do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) quando não houver depósitos no prazo de um ano.

O texto prevê alterações à Lei do FGTS como:
– limitar em 70% a rentabilidade média das aplicações e a cobertura de todos os custos incorridos pelo fundo e ainda a formação de reserva técnica para o atendimento de gastos eventuais não previstos;
– limitar o montante dos recursos a serem incorporados ao FGTS, destinando o saldo remanescente às contas vinculadas dos trabalhadores;
– permitir o saque do saldo da conta vinculada quando permanecer um ano ininterrupto sem crédito de depósitos e para aplicação em ações de livre escolha, sendo permitida, na forma da regulamentação, a utilização máxima de 5% do saldo existente, na data em que exercer a opção; e
– permitir que os depósitos efetuados nas contas vinculadas sejam atualizados monetariamente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ou por outro índice que venha a substituí-lo, com capitalização de juros de 3% ao ano.

Na Comissão de Legislação Participativa, o debate foi sugerido pela organização não governamental FGTS Fácil (SUG 7/11), e foi relatado pelo deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE).

O seminário está marcado para 19 de outubro, às 14h30, no Plenário 3.

Íntegra da proposta:

Da Redação/ RCA