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Professores entram de greve no dia que começam as aulas no Piauí

Professores entram de greve no dia que começam as aulas no Piauí

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Piauí (Sinte-PI), Odeni Silva (foto), confirmou em entrevista na tarde desta terça-feira (02) no Jornal Verdes Campos 2º Edição da Rede de Rádio Verdes Campos Sat que a categoria irá deflagrar greve dia 14 de fevereiro, início do ano letivo das escolas estaduais, caso o governo não atenda as reivindicações da classe.

“Essa foi uma deliberação da última assembléia que aconteceu dia 31 de janeiro e nós aceitamos o indicativo de greve. E isso vai depender do governo, pois estamos lutando pelo piso do magistério que deveria ser reajustado no mês de janeiro e pelo reajuste dos técnicos de nível médio”, explicou Odeni.

De acordo com a presidente do Sinte-PI, nada justifica o secretário de educação, não ter reajustado o piso no mês de janeiro. “Vamos buscar negociações e esperamos que o governo busque uma saída, porque os recursos aumentaram e o piso foi aprovado na lei e está em torno de R$ 1.500”, disse.

O sindicato já teve três reuniões com o secretário de educação do Piauí, Átila Lira, e pautaram todas as reivindicações da categoria, que além da questão salarial, buscam as mudanças de nível e de classe que segundo Odeni Silva, o governo já cumpriu uma parte, reivindicam a convocação dos concursados de 2006 e 2007, entre outros.

Odeni Silva finalizou afirmando que o ideal seria uma negociação com o governo. “Caso essa negociação não aconteça deflagraremos a greve em assembléia geral a partir das 9 horas do 14 no Teatro de Arena na Praça da Bandeira em Teresina”.

Fonte: TV Canal 13

Professores entram de greve no dia que começam as aulas no Piauí

Motoristas e cobradores seguem negociando salários em Curitiba

Pela terceira vez, a reunião entre os motoristas e cobradores com as empresas de ônibus de Curitiba terminou sem acordo, na tarde de ontem. Mais uma rodada de negociações foi marcada para a próxima terça-feira (8).

A proposta apresentada pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Curitiba e Região Metropolitana (Setransp) ficou muito próxima do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), de 6,27%, o que não atende à reivindicação da categoria, de reajuste de 38%. No entanto, o valor exato oferecido pelas empresas não foi divulgado. “Não foi definido nada.

A contraproposta patronal é irrisória, não foi aceita por nós. Quem tem que ter pressa são eles”, afirmou o vice-presidente do Sindicato dos Motoristas e Cobradores nas Empresas Transportes de Passageiros de Curitiba e Região Metropolitana (Sindimoc), Dino César Morais de Mattos.

A data-base da categoria venceu no último dia 1.º mas, segundo o Sindimoc, o reajuste será retroativo, quando aprovado. Por enquanto, ainda se evita falar de uma possível greve de motoristas e cobradores.

Enquanto funcionários e empresários de ônibus discutem o aumento, uma pesquisa divulgada pelo curso de Engenharia Civil da Universidade Federal do Paraná (UFPR) vem causando polêmica por apontar como ruim o transporte coletivo de Curitiba.

A conclusão da pesquisa, feita com cerca de 2 mil usuários de ônibus de todas as linhas que passam pelas canaletas exclusivas, mostra que o sistema precisa de mudanças e que perdeu a qualidade de décadas atrás. Entre os entrevistados, 75% responderam que o serviço é insatisfatório, com classificação que vai do regular ao péssimo.

A Urbanização de Curitiba S.A. (Urbs), responsável por gerenciar o transporte coletivo da cidade, rebate a pesquisa com outro levantamento, feito pelo instituto Paraná Pesquisas e cujo resultado demonstra que o índice de aprovação chega a 64%.

“Sabemos que o sistema tem que ser melhorado, mas pesquisas internas também mostram que o curitibano está satisfeito”, defende o diretor de Transportes da Urbs, Lubomir Ficinski.

Segundo o diretor, a tarifa de ônibus deve ser aumentada em breve. “Há uma defasagem. Da composição total, 45% são de gastos com profissionais e 25% de combustíveis”, explica.

Fonte: Paraná Online

Professores entram de greve no dia que começam as aulas no Piauí

Dilma promete política de longo prazo de reajuste do salário mínimo

A presidente Dilma Rousseff afirmou há pouco, na leitura de sua mensagem de abertura dos trabalhos no Congresso Nacional, que o governo federal vai encaminhar ao Legislativo uma proposta de política de longo prazo de reajuste do salário mínimo que garanta ganhos reais frente à inflação.

Segundo ela, o País vive hoje um “momento inédito” de sua história, em que os trabalhadores formais superam os informais, que seria fruto da política macroeconômica praticada nos últimos oito anos. “O crescimento econômico, combinado com a ampla rede de proteção social, possibilitou nos últimos oito anos que 27,8 milhões de brasileiros obtivessem uma renda maior e ultrapassassem a linha da pobreza”, disse. “Não permitiremos, sob nenhuma hipótese, que a inflação volte a corroer nosso tecido econômico e a penalizar os mais pobres.”

Dilma reiterou ainda o compromisso assumido em sua posse de combater a pobreza extrema e cobrou de todos os brasileiros atitudes nesse sentido. “O Brasil não pode aceitar mais que milhares de pessoas continuem vivendo na miséria, não tenham alimentação suficiente, não tenham um teto para viver, não tenham condições fundamentais de vida.”

Segundo ela, promover a inclusão social é fortalecer a democracia. “A democracia nos abriu um horizonte mais promissor, de justiça social, redução das desigualdades e consolidação do desenvolvimento econômico e social.”

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2º secretário defende aumento do salário mínimo para R$ 600

Recém-empossado na 2ª Secretaria da Mesa DiretoraA Mesa Diretora é a responsável pela direção dos trabalhos legislativos e dos serviços administrativos da Câmara. Ela é composta pelo presidente da Casa, por dois vice-presidentes e por quatro secretários, além dos suplentes de secretários. Cada secretário tem atribuições específicas, como administrar o pessoal da Câmara (1º secretário), providenciar passaportes diplomáticos para os deputados (2º), controlar o fornecimento de passagens aéreas (3º) e administrar os imóveis funcionais (4º). da Câmara, o deputado Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP) prefere esperar pela definição de uma pauta de votações pelo presidente da Câmara, Marco Maia, e pelos líderes para discorrer sobre suas novas atribuições e prioridades à frente do cargo.

Apesar da cautela inicial, ele defende uma maior atenção aos projetos de autoria parlamentar, que devem ter, em sua opinião, preferência sobre os do Executivo. Ainda assim, o 2º secretário disse estar disposto a analisar todos os projetos que serão encaminhados pela presidente Dilma Rousseff ao Congresso.

O 2º secretário está pronto para votar um novo valor para o salário mínimo. “Nós defendemos um salário mínimo (R$ 600) e a presidente defende outro (R$ 545). Aí é o ponto de vista de cada partido, de cada parlamentar. Nós vamos continuar defendendo um salário maior para o trabalhador.”

Atribuições
Mudalen terá de lidar com assuntos delicados, como a concessão de passaportes diplomáticos aos parlamentares. O tema gerou polêmica recentemente, após a divulgação pela imprensa de que familiares do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva retiraram o documento.

O deputado, no entanto, acredita que não terá problemas na Câmara, pois os parlamentares estão incluídos entre as autoridades que podem receber passaporte diplomático. “As regras para concessão de passaportes não são nossas. Elas são dadas pelo Itamaraty. Nós seguimos aquilo que foi aprovado, e esse decreto [5.978/06] tem seguido ao longo desses anos todos”, disse.

Outras atribuições da 2ª Secretaria incluem o pedido de vistos para viagem ao Itamaraty, a relação com as embaixadas, os programas de estágios oferecidos pela Câmara e medalhas de homenagem.

Perfil
Paulista nascido em Guarulhos (SP), Jorge Tadeu Mudalen é engenheiro civil e assume seu quinto mandato de deputado federal aos 56 anos de idade. Ex-vereador e deputado estadual de São Paulo, iniciou sua carreira política filiando-se ao PMDB, em 1980. Em 1995, migrou para o PPB (hoje PP) e, quatro anos depois, retornou ao PMDB, do qual foi coordenador da bancada paulista e vice-presidente. Filiou-se ao PFL, atual DEM, em 2005.

Na Câmara, Mudalen presidiu as comissões de Finanças e Tributação; e de Seguridade Social e Família. Foi 1º vice-presidente da Comissão de Minas e Energia e atuou como titular em diversas outras, como a de Educação e Cultura; de Ciência e Tecnologia; e de Fiscalização Financeira e Controle.

Integrante da bancada evangélica, Mudalen fez parte de mais de 10 frentes parlamentares, como a de Combate à Corrupção, de Radiodifusão e de Habitação e Desenvolvimento Urbano.

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Newton Araújo
Fonte: Agência Câmara

Professores entram de greve no dia que começam as aulas no Piauí

PSS ainda gera protesto entre professores

Professores da rede estadual de ensino que se inscreveram para o Processo Seletivo Simplificado (PSS) do Paraná continuam afirmando que a classificação divulgada pela Secretaria Estadual de Educação (Seed) está errada.

Ontem, eles se reuniram em frente ao Colégio Estadual Ivan Ferreira do Amaral Filho, em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, onde estava ocorrendo a distribuição das aulas. Mas todos continuavam insatisfeitos com a classificação.

Uma das professoras que se sentiu prejudicada foi Joseana Cristina Tereska. Ela disse que no PSS do ano passado ficou classificada na 9.ª colocação e no PSS 2011, na 49.ª.

“Há pessoas com bem menos tempo de Estado em classificação melhor do que eu”, reclamou. Uma colega de Joseana, que preferiu não dizer o nome, também reclamou. “Tem acadêmicos na minha frente, e já sou pedagoga. Há pessoas que não têm pós-graduação na minha frente também, sendo que eu tenho”, afirmou.

Joseana questionou a Seed. “Parece que eles não estão conseguindo resgatar essas informações, que não sabem da nossa documentação”, reclamou. A Seed informou mais uma vez que a Companhia de Informática do Paraná (Celepar) detectou erros de preenchimento no sistema de inscrição do PSS, provocados por falha no carregamento durante o envio das informações por parte dos candidatos.

Ao todo, foram registradas 447.013 inscrições. A APP-Sindicato interveio, e a Seed informou que as inscrições detectadas como erradas foram corrigidas, e que em outras 8.345 solicitações de correção foram verificados erros do candidato no momento do preenchimento. Por isso, não puderam ser modificados.

Fonte: Paraná Online

Professores entram de greve no dia que começam as aulas no Piauí

Projeto obriga empresa a informar prazo de ação trabalhista

A Câmara analisa o Projeto de Lei 8050/10, do Senado, que obriga as empresas a informar aos empregados, no momento em que estes deixam a empresa, que eles têm dois anos de prazo para entrar na Justiça com ação trabalhista. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – Decreto-Lei 5.452/43).

O autor do projeto, senador Antonio Carlos Júnior (DEM-BA), considera a CLT omissa em relação aos dados e informações que devem constar no aviso prévio.

Ele lembrou que, muitas vezes, o aviso é feito verbalmente, e os trabalhadores ficam sem saber todos seus direitos. “Julgamos relevante fornecer ao trabalhador demitido a informação sobre o prazo prescricional e indicar o sindicato para a busca de outras informações.”

Tramitação
A proposta tem prioridadeNa Câmara, as proposições são analisadas de acordo com o tipo de tramitação, na seguinte ordem: urgência, prioridade e ordinária. Tramitam em regime de prioridade os projetos apresentados pelo Executivo, pelo Judiciário, pelo Ministério Público, pela Mesa, por comissão, pelo Senado e pelos cidadãos. Também tramitam com prioridade os projetos de lei que regulamentem dispositivo constitucional e as eleições, e o projetos que alterem o regimento interno da Casa. e será analisada – de forma conclusivaRito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: – se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); – se, depois de aprovado ou rejeitado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário. – pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Newton Araújo
Agência Câmara