NOVA CENTRAL SINDICAL
DE TRABALHADORES
DO ESTADO DO PARANÁ

UNICIDADE
DESENVOLVIMENTO
JUSTIÇA SOCIAL

Professores estaduais farão protesto na próxima segunda-feira

Professores estaduais farão protesto na próxima segunda-feira

O embate envolvendo professores e governo do Estado ganhou mais um capítulo. Após a crítica aberta referente à medida da Secretaria de Estado da Educação (Seed), que chamou os professores que estavam licenciados pelo Programa de Desenvolvimento Educacional (PDE) para voltarem às salas de aula, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP-Sindicato) informou que na próxima segunda-feira os educadores irão realizar um protesto em todo o Paraná.

A presidente do APP-Sindicato, Marlei Fernandes, fala que a decisão da mobilização foi decidida em assembleia. O motivo, segundo ela, é a falta de respostas do governo do Estado.

“Ainda não sabemos como e quando os pagamentos atrasados serão pagos. Há ainda a questão de falta de professores em algumas escolas, que também não sabemos quando irão resolver. Agora, com essa história do PDE, temos mais um motivo para protestar, pois está ocorrendo um descaso muito grande por parte do governo”, revela.

O protesto vai acontecer em Curitiba e cidades-polo, como Londrina, Maringá, Foz do Iguaçu, entre outras. Fernandes diz ainda que os alunos não serão prejudicados.

“Aqui na capital nós vamos nos concentrar em frente ao Palácio das Araucárias. Em outras cidades, ainda não há os locais definidos. Este protesto não irá prejudicar os estudantes, pois os professores vão repor o conteúdo”, afirma.

A reportagem de O Estado do Paraná entrou em contato com a Seed para saber a posição da secretaria com relação a esta manifestação. Contudo, até o fechamento desta edição, o órgão não havia se manifestado.

Fonte: O Estado do Paraná

Professores estaduais farão protesto na próxima segunda-feira

Prefeito de Paranaguá é cassado pelo TRE

 

O prefeito de Paranaguá, José Baka Filho (PDT), foi cassado pelo Tribunal Regional Eleito­­ral do Paraná (TRE-PR), acusado de fazer propaganda irregular durante o período que antecedeu as eleições municipais de 2008. Ele já era prefeito na época e foi reeleito.

Em julgamento realizado na tarde de ontem, a cassação foi determinada por 4 votos a 3. A votação estava empatada e a presidente do tribunal, desembargadora Regina Afonso Por­­tes, realizou o voto de minerva.

“Na ação, nós o acusamos por abuso de poder econômico, político e também por uso irregular dos veículos de comunicação”, explica o advogado Luiz Gustavo de Andrade, que atua em favor do ex-deputado estadual e segundo colocado nas eleições, Mário Roque (PMDB).

Baka Filho e o atual vice-prefeito, Fabiano Vicente Elias (PSDB) – que também foi cassado – vão recorrer da decisão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os dois continuam no cargo até o TSE julgar o recurso. “Raras vezes, eu vi um julgamento com votação tão apertada e ficou claro que a situação é bastante polêmica”, disse o defensor de Baka Filho, o advogado Guilherme Gonçalves.

“É muito subjetivo considerar que tudo o que fiz antes da eleição foi um abuso e que influenciou no resultado da eleição”, alega o prefeito.

Caso a cassação seja confirmada, Mário Roque e o então candidato a vice, Arnaldo Maranhão (PMDB), assumem a prefeitura da cidade do litoral paranaense. O julgamento do caso no TSE deve ocorrer apenas no ano que vem.

Fonte: Gazeta do Povo

Professores estaduais farão protesto na próxima segunda-feira

ONU afirma que intimidação ao WikiLeaks é ‘censura’

A Organização das Nações Unidas (ONU) classificou de “censura” a pressão feita por governos e empresas contra o WikiLeaks, indicando que apenas tribunais poderão julgar se os documentos que o grupo divulgou ferem ou não alguma lei de segurança nacional. Qualquer outra medida contra o grupo ou seu fundador, Julian Assange, segundo as Nações Unidas, poderia ser considerada como “intimidação e pressão”.

A advertência da ONU foi feita em meio a uma guerra na internet, mas também diante de declarações de alguns políticos de que Assange teria de ser “parado”. Grupos que apoiam o WikiLeaks ainda alertam que o fundador da organização teme ser alvo de um ataque.

Ontem, a ONU deixou claro que tudo isso seria “ilegal”. “Se houve um erro ou um crime, ele deve ser avaliado perante a lei. Não com pressão e intimidação”, alertou Navi Pillay, alta comissária de Direitos Humanos da ONU. “Estou preocupada com a pressão sobre bancos, empresas e cartões de crédito que permitem as doações (ao WikiLeaks). Não está claro se isso viola as obrigações para permitir a liberdade de expressão e pode ser considerada como censura contra o direito do grupo de liberdade de expressão, afirmou Navi.

Segundo ela, “muito do que se publica poderia levantar uma questão fundamental para os direitos humanos: o equilíbrio entre a liberdade de informação e os interesses de segurança de um país”. “Esse é um equilíbrio difícil de se encontrar, mas apenas tribunais e a lei podem dizer qual é esse equilíbrio.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Professores estaduais farão protesto na próxima segunda-feira

Lula defende dono do WikiLeaks

Brasília – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva saiu ontem em defesa de Ju­­lian Assange, proprietário do site WikiLeaks, pedindo manifestação contra sua prisão. Segundo Lula, o erro não é de Assange, que divulgou telegramas contendo mensagens diplomáticas, mas dos embaixadores que produziram os documentos.

A declaração ocorreu num raro momento de afago à mídia quando o presidente encerrava discurso em cerimônia do Pro­­grama de Aceleração do Cresci­­mento (PAC). “Devemos muito à imprensa. À imprensa, eu queria até dizer, às vezes eu critico, e vo­­cês: ‘Ah, o Lula está criticando a imprensa.’ Não, eu estou apenas alertando. Como eu gosto que vo­­cês me alertem, eu gosto de alertar vocês’’, disse.

Logo em seguida passou à defesa de Assange, inicialmente em tom de cobrança à imprensa, mas logo o discurso ganhou outra di­­mensão. Lula afirmou que não sabe se os embaixadores brasileiros transmitem os telegramas, mas disse que a presidente eleita, Dilma Rousseff, terá de ser co­­municada pelo seu ministro de Relações Exteriores do teor dos comunicados. “Ela vai ter que dizer para o seu ministro que, se não tiver o que escrever, que não escreva bobagens. Passe em branco a mensagem.’’

O presidente criticou a busca mundial feita por Assange. “Ele desnuda a diplomacia, que parecia inatingível e a mais certa do mundo, e começa uma busca. Não sei se colocaram cartaz como no tempo do faroeste, procura-se vivo ou morto. Não vi um voto de protesto contra a prisão do rapaz’’, disse.

Gafe

Lula pediu aos assessores que co­­meçassem a protestar contra a prisão de Assange no Blog do Pla­­nalto, onde um vídeo e texto fo­­ram publicados logo depois. “Va­­­­­­­­mos fazer o primeiro protesto contra (sic) a liberdade de ex­­pres­­­­são na internet porque o ra­­­­paz estava colocando lá apenas o que ele leu. E se ele leu é porque al­­guém escreveu. O culpado não é quem divulgou, mas quem es­­creveu a bobagem’’, afir­­mou Lula. Os presentes não perceberam a gafe do presidente, que queria dizer “a favor da li­­berdade de imprensa”, mas disse “contra”.

Estados Unidos

A prisão do criador do site Wi­­ki­­Leaks nada tem a ver com o vazamento de informações secretas dos Estados Uni­­dos, declarou o porta-voz do departamento de Estado norte-americano, Charles Luoma-Over­­street ,reagindo a críticas de Lula.

Assange, procurado pela Jus­­tiça sueca por agressão sexual a duas mulheres, está preso na In­­glaterra para possível extradição. O site WikiLeaks iniciou em 28 de novembro passado a publicação de 250 mil telegramas confidenciais do departamento de Estado dos Estados Unidos. As revelações abalaram o governo americano, que se desculpou com diversos líderes estrangeiros.

Antes, o WikiLeaks havia di­­vulgado milhares de documentos secretos dos EUA sobre as guerras do Iraque e do Afe­­ga­­nistão.

Empresa vai processar Visa e MasterCard

A empresa que processa pagamentos para o site WikiLeaks afirmou ontem que pretende processar as empresas de cartões de crédito Visa e MasterCard, pela negativa delas em processar doações do site que tem co­­mo meta vazar documentos se­­cretos.

O diretor-geral da empresa islandesa DataCell, Andreas Fink, disse que buscará uma compensação pelos danos provocados pelas companhias financeiras norte-americanas, por sua decisão de bloquear a doação de fundos para o WikiLeaks.

Na quarta-feira, hackers realizaram ataques contra os sites da Visa, da MasterCard, de promotores suecos e de um banco suíço. O site da ex-candidata re­­publicana à Presidência dos EUA Sarah Palin também foi atacado virtualmente. Palin defendeu, há alguns dias, que o fundador do WikiLeaks, o australiano Ju­­lian Assange, fosse “caçado” por militares norte-americanos co­­mo se fosse um extremista do Taleban.

Assange foi acusado de estupro e assédio sexual na Suécia. Ele nega as acusações.

As últimas
Novos documentos vazados pelo WikiLeaks:

Venezuela: Má situação econômica está forçando o presidente Hugo Chávez a fazer acordos com empresas estrangeiras para evitar que a sua revolução socialista entre em colapso.

Colômbia: O ex-presidente Álvaro Uribe intensificou no fim do governo a tentativa de travar diálogo com as Farc. Ontem, Uribe afirmou que a arrogância da guerrilha impediu a iniciativa.

França: O presidente francês, Nicolas Sarkozy, estava tão obcecado pela soltura da ex-refém das Farc Ingrid Betancourt, cidadã franco-colombiana, que quis pagar o resgate à guerrilha.

Sudão: Carregamento de armas ucranianas interceptado por piratas na costa da Somália era destinado ao governo regional do sul do Sudão. A informação havia sido negada pela Ucrânia e pelo Quênia.

China: O governo dos EUA, ainda sob George W. Bush, pressionou o regime chinês pela libertação do dissidente e hoje Nobel da Paz Liu Xiaobo logo após sua detenção, no final de 2008.

Liberdade de expressão
ONU alerta para possibilidade de censura

A Alta Comissária da Organização das Nações Unidas (ONU) para Direitos Humanos, Navi Pillay, disse estar preocupada com os relatos a respeito da pressão exercida sobre empresas de pagamento, como a MasterCard, para que interrompam o fluxo de doações ao WikiLeaks. Pillay disse que os esforços para impedir que empresas de internet hospedem o site também são preocupantes.

A comissária afirmou a jornalistas em Genebra que essas medidas “podem ser interpretadas como uma tentativa de censurar a publicação de informação”, de forma a romper o direito à liberdade de expressão do WikiLeaks. Ela não especificou quem poderia estar pressionando as empresas de pagamento ou as companhias de internet.

Lideranças políticas de vários países manifestaram apoio ao fundador do site, Julian Assange. O primeiro-ministro da Rússia, Vladimir Putin, disse em Moscou que a detenção do fundador do WikiLeaks, Julian Assange, não foi democrática.

 

Fonte: FolhaPress

Professores estaduais farão protesto na próxima segunda-feira

Trabalho aprova regulamentação da profissão de fotógrafo

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou na quarta-feira (8) o Projeto de Lei 5187/09, do deputado Severiano Alves (PMDB-BA), que regulamenta a profissão de fotógrafo. O texto define a profissão, determina quem estará qualificado para exercê-la e discrimina as atividades que se enquadram no campo de atuação do fotógrafo profissional.

A relatora, deputada Manuela D’ávila (PCdoB-RS), foi favorável à proposta. “A atividade deve ser regulamentada e reconhecida pelo Estado, que precisa impor condições para o exercício profissional do fotógrafo”, disse.

A deputada apresentou emenda ao projeto para assegurar aos fotógrafos empregados o pagamento de adicional de insalubridade. “A atividade é exercida em contato com elementos que podem vir a prejudicar a saúde do trabalhador”, argumentou. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – Decreto-Lei 5.253/43) prevê pagamento de adicional de 40%, 20% ou 10% do salário mínimo da região, conforme classificação do Ministério do Trabalho em graus máximo, médio e mínimo de condições insalubres de trabalho.

Definições
Segundo o projeto, a atividade de fotógrafo profissional é caracterizada pelo registro, processamento e acabamento final de imagens estáticas ou dinâmicas em material fotossensível.

Poderão ser fotógrafos profissionais os diplomados por escolas de nível superior em fotografia no Brasil, desde que devidamente reconhecida; ou no exterior, desde que os diplomas sejam revalidados no Brasil, na forma da legislação vigente.

Os fotógrafos sem diploma que, à data da promulgação da nova lei, estiverem exercendo a profissão por, no mínimo, dois anos consecutivos ou quatro anos intercalados, também poderão ter reconhecida sua condição de fotógrafos profissionais, mediante comprovação de sua atividade.

Atividades
De acordo com o projeto, a atividade profissional de fotógrafo compreende:
– a fotografia realizada por empresa especializada, inclusive em serviços externos;
– a fotografia produzida para ensino técnico e científico;
– a fotografia produzida para efeitos industriais, comerciais e de pesquisa;
– a fotografia produzida para publicidade, divulgação e informação ao público;
– a fotografia na medicina;
– o ensino de fotografia;
– a fotografia em outros serviços correlatos.

Tramitação
O projeto, que será analisado em caráter conclusivoRito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: – se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); – se, depois de aprovado ou rejeitado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário., será analisado agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Lara Haje
Edição – Paulo Cesar Santos
Fonte: Agência Câmara
Professores estaduais farão protesto na próxima segunda-feira

Policiais protestam por piso salarial nacional

A Confederação Brasileira dos Trabalhadores das Polícias Civis (Cobrapol) faz a partir desta quinta-feira, 9, uma série de protestos por todo o país pedindo a aprovação do Projeto de Emenda Constitucional (PEC) 466, que regula um piso salarial nacional para bombeiros, policiais civis e militares.

Hoje os protestos acontecem no Rio e contam com a participação de todos os presidentes das entidades estaduais da Polícia Civil. Os protestos acontecem também, ainda este mês, nas outras 11 cidades sedes da Copa do Mundo de 2014.

No Rio, os protestos de hoje serão no Aeroporto do Galeão, no Cristo Redentor e no Morro do Alemão. Amanhã, 10, uma passeata sairá às 14 horas da Igreja da Candelária, em direção à Cinelândia, no Centro da cidade.

Segundo o presidente da Cobrapol, Jânio Gandra, o piso salarial nacional já é uma reivindicação antiga da categoria. “Foi aprovada em primeiro turno na Câmara, mas está parada. Os protestos são para cobrar a tramitação da PEC”, explica.

Fonte: O Estado de S. Paulo