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Para TST, Estado pode regulamentar normas trabalhistas de proteção

Para TST, Estado pode regulamentar normas trabalhistas de proteção

Nesta sexta-feira (05/11), a TV Justiça apresenta partes do julgamento em que os ministros do Tribunal Superior do Trabalho, ao analisar a Lei 12.971/98, concluíram que um Estado – no caso, Minas Gerais – tem competência concorrente com a União para regular normas sobre medidas de proteção em agências bancárias.

O pedido de Arguição de Inconstitucionalidade surgiu a partir de uma ação em que o Ministério Público do Trabalho mineiro questiona a Caixa Econômica Federal sobre a colocação de portas giratórias nas agências, visando a segurança dos trabalhadores e clientes. A Caixa argumentou com a Lei Federal nº 7.102/83, que prevê que somente são obrigatórios nas agências dispositivos como alarmes, presença de vigilantes com coletes a prova de balas e outras três opções: equipamento de filmagem, portas giratórias e cabine blindada. Cabe ao banco escolher uma delas.

A relatora do caso, ministra Maria Cristina Peduzzi, manifestou-se pela incompetência formal da lei estadual. Mas o ministro Aloysio Correa da Veiga abriu divergência, alegando que a lei mineira só poderia ser inconstitucional se ela apresentasse norma de conteúdo de proteção da população e de ambiente de trabalho incompatíveis com as regras constitucionais. O que não foi o caso. Prevaleceu o voto divergente.

Confira esses e outros julgamentos no Destaques TST, programa produzido pelo Tribunal Superior do Trabalho e que vai ao ar toda sexta-feira, às 9h da manhã, na TV Justiça, com reprises no domingo, 19h e segunda-feira, 11h.

Fonte: TST

Para TST, Estado pode regulamentar normas trabalhistas de proteção

Paraná tem o desafio de manter representantes no ministério

O segundo mandato do presidente Lula marca o mais duradouro período de representação paranaense no primeiro escalão do governo federal. Em nenhum outro mo­­mento desde a emancipação política, em 1853, o estado teve dois mi­­nistros nomeados por tanto tempo. O desafio é manter os espaços na gestão Dilma Rousseff.

Paulistano radicado no Paraná há 28 anos, Paulo Bernardo (PT) é ministro do Planejamento desde 2005. Entre 2007 e março de 2010, teve a companhia de Reinhold Stephanes (PMDB), ex-ministro da Agricultura. E, desde abril deste ano, da ministra do Desenvol­vi­mento Social e Combate à Fome, Márcia Lopes.

Somados os períodos, são três anos e sete meses com pelo menos dois paranaenses trabalhando ao mesmo tempo no primeiro escalão federal. Além disso, Paulo Bernardo tornou-se o representante do estado mais longevo em Brasília – completará cinco anos e oito meses como ministro no próximo dia 22.

No governo Fernando Henri­que Cardoso (1995-2002), também foram indicados três ministros paranaenses, mas todos permaneceram menos tempo. Reinhold Stephanes ocupou o Ministério da Previdência Social, entre janeiro de 1995 e março de 1998, Rafael Greca, Esporte e Turismo, entre janeiro de 1999 e maio de 2000, e José Eduardo de Andrade Vieira, Agricultura, entre janeiro de 1995 e maio de 1996.

O cientista político Ricardo Costa de Oliveira, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), explica que o estado historicamente tem dificuldades de ser representado no cenário nacional. “Só melhorou quando o Paraná começou a ter mais participação na economia nacional, na década de 1950. Mas nos últimos anos a presença ficou mais constante, em especial no governo Lula.”

Oliveira lembra que o estado teve inicialmente três ministros durante o Segundo Reinado, com dom Pedro II, mas ficou de fora do primeiro escalão durante toda a República Velha (veja informações sobre os ministros no quadro ao la­­do). Os paranaenses só voltaram à cena quando o presidente Café Fi­­lho nomeou Aramis Taborda de Athayde para o Ministério da Saú­de, em 1954. Na ditadura militar (1964-1985), o ícone do estado foi Ney Braga, que ocupou os ministérios da Saúde e da Educação.

Recordista de passagens pelo primeiro escalão, o deputado federal Reinhold Stephanes foi ministro em quatro governos diferentes. Segundo ele, a reduzida participação do estado na política nacional é um problema grave. “O pior é que os paranaenses se mobilizam muito pouco e acabam sempre perdendo espaço.”

Stephanes conta que quando assumiu o Ministério do Trabalho e Previdência no governo FHC, em 1995, nenhuma autoridade do estado compareceu à solenidade. “Já quando eu entreguei o cargo para o meu substituto, que era da Bahia [Waldeck Ornelas], o que mais tinha na plateia era baiano.”

Manutenção

Entre os atuais dois ministros do Paraná, a permanência de Paulo Bernardo no governo Dilma é dada como certa. Ele pode ficar tanto no Planejamento quanto ser deslocado para a Casa Civil (embora o favorito para a vaga seja o ex-ministro da Fazenda, Antonio Palocci). Não há certeza quanto à manutenção de Márcia Lopes, que pode ser substituída pelo ex-ministro Patrus Ananias – ele só deixou a pasta em março para concorrer a vice-governador de Minas Gerais.

“Acho que é adequado pelo me­­nos mantermos esses dois postos. Mas dá para brigar por mais”, diz o deputado federal André Var­gas (PT). Entre os possíveis concorrentes estão o senador Osmar Dias (PDT) e o governador Orlando Pessu­­ti (PMDB). Já no segundo escalão devem ser mantidos o presidente de Itaipu, Jorge Samek, e o chefe de gabinete da Presidência, Gilberto Carvalho, cotado também para a Secretaria-Geral da Presidência.

Fonte: Gazeta do Povo

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Inscrições abertas para o curso “CAT, NRS, NTEP, FAP e a Responsabilidade Civil e Criminal nos Acidentes de Trabalho” em Cascavel

NCST/PR PROMOVE CURSO ABORDANDO  CAT, NRS, NTEP, FAP E A RESPONSABILIDADE CIVIL E CRIMINAL  NOS ACIDENTES DE TRABALHO

DATA: 18 E 19 DE NOVEMBRO DE 2010

LOCAL: Hotel Copas VerdesAv. Brasil, 5929 – Telefone (45) 3225-4500 – Cascavel/PR


Prezado Companheiro,

Convidamos para participar do curso abordando CAT, NRS, NTEP, FAP E A RESPONSABILIDADE CIVIL E CRIMINAL NOS ACIDENTES DE TRABALHO, a ser realizado no endereço acima, durante os dias 18 e 19 de novembro de 2010.

A ficha de inscrição (clique aqui para fazer o download), deverá ser encaminhada via fax para os números (41) 3022-2446 / 3264-4292, ou nos e-mails ncstpr@ncstpr.org.br / fetraconspar@fetraconspar.org.br, impreterivelmente até dia 16 de novembro de 2010.

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Assembleia fajuta tenta criar sindicato pelego dentro de entidade patronal em Curitiba

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Diversos seguranças barraram a participação dos trabalhadores
na suposta assembleia.

No último sábado, dia 30/10, às vésperas do segundo turno das eleições e do feriadão de Finados, indivíduos apoiados pelos patrões e por dirigentes de uma entidade sediada em São Paulo iniciaram um atentado contra a organização dos trabalhadores em transportes rodoviários do Paraná e do Brasil.

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Mínimo teve aumento real de 80,85% em 15 anos

No período de 1995 a 2010, o salário mínimo teve aumento real de 80,85%, conforme informações do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Período

Salário mínimo (R$)

Reajuste nominal (%)

INPC*

(%)

Aumento real (%)

Maio de 1995

100

–

–

–

Maio de 1996

112

12,00

18,22

-5,26

Maio de 1997

120

7,10

8,20

-0,98

Maio de 1998

130

8,30

4,12

4,05

Maio de 1999

136

4,60

3,88

0,71

Abril de 2000

151

11,00

5,35

5,39

Abril de 2001

180

19,20

6,27

12,17

Abril de 2002

200

11,10

9,72

1,27

Abril de 2003

240

20,00

18,54

1,23

Maio de 2004

260

8,33

7,06

1,19

Maio de 2005

300

15,38

6,61

8,23

Abril de 2006

350

16,67

3,21

13,04

Abril de 2007

380

8,57

3,3

5,10

Março de 2008

415

9,21

4,98

4,03

Fevereiro de 2009

465

12,05

5,92

5,79

Janeiro de 2010

510

9,68

3,45

6,02

Total período

 

410,00

182,00

80,85

* O percentual do INPC refere-se à inflação acumulada do ano anterior.

Fonte: Dieese
Da Redação / Agência Senado

 

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Paulo Paim promete continuar luta para derrubar o fator previdenciário

O senador Paulo Paim (PT-RS) comprometeu-se, em discurso pronunciado na tarde desta quinta-feira (4), a continuar sua luta para derrubar, no Congresso, o chamado fator previdenciário, que “reduz em quase a metade o valor das aposentadorias do INSS” na hora da sua concessão. Garantiu que não vai “recuar nenhuma vírgula” na sua campanha contra o fator previdenciário.

Lembrou que ainda tramita na Câmara projeto com essa finalidade. Além disso, os congressistas também terão de examinar veto que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez ao Projeto de Conversão da Medida Provisória 475/09, aprovado pelo Congresso, que acabava com o fator previdenciário no dia 31 de dezembro deste ano.

Paulo Paim relatou as primeiras reuniões de sindicalistas com o relator-geral do projeto da lei orçamentária para 2011, senador Gim Argello (PTB-DF), nesta quinta-feira (4), quando se discutiu a possibilidade de reajuste do salário mínimo além dos R$ 538,15 previstos pelo governo na proposta orçamentária.

– Continuo defendendo que o salário mínimo, que vai subir no dia 1º de janeiro próximo, seja corrigido pela inflação deste ano mais um aumento real. Também vou lutar para que o mesmo índice seja aplicado às aposentadorias com valor superior ao salário mínimo – prometeu.

O senador gaúcho agradeceu as mensagens de apoio que recebeu pela internet durante a campanha eleitoral. Disse ter recebido muita doação de pequeno valor de pessoas que o apóiam e que sua campanha custou cerca de R$ 1 milhão, valor considerado modesto, comparando-se com outras campanhas de outros candidatos ao Senado.

Da Redação / Agência Senado