por master | 04/02/11 | Destaque
NCST/Paraná lança cartão especial em comemoração ao Dia do Aposentado – 24 de janeiro. No cartão, o presidente Denílson Pestana relembra as lutas da Nova Central em defesa dos interesses dos aposentados em 2010.
por master | 04/02/11 | Ultimas Notícias
Depois de uma reunião com sindicalistas para tratar do valor do salário mínimo em 2011, ministros do governo Dilma Rousseff indicaram nesta sexta-feira que manterão a proposta de R$ 545 para este ano, ainda que não fechem acordo com os trabalhadores e que tenham de levar a decisão final para embate no Congresso.
Os ministros Guido Mantega (Fazenda) e Gilberto Carvalho (Secretária Geral da Presidência) chamaram de bravatas os comentários de sindicalistas, apontando um rompimento do governo Dilma com a política de reajuste do salário mínimo implantada pelo antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva.
Os representantes dos trabalhadores querem um aumento para R$ 580 e prometem mobilizar sua base no Congresso para brigar pela implementação da cifra. “Não havendo acordo, vamos mandar do mesmo jeito para o Congresso”, disse Carvalho, após a reunião de dirigentes das principais centrais sindicais, ressaltando que deseja uma decisão rápida que não faça o tema se arrastar nos debates parlamentares.
Pouco antes, o presidente da Força Sindical, deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), disse ver “um início preocupante” no governo Dilma, por conta da discussão sobre o valor do salário mínimo este ano.
Arthur Henrique, presidente da Central Única dos Trabalhadores, ligada ao PT, evitou o tom belicoso, mas disse que os sindicalistas não vão ceder à proposta do governo.
Ao comentar as declarações dos sindicalistas, o ministro da Fazenda lembrou do acordo com os representantes dos trabalhadores e integrantes do governo Lula. “Eles querem uma exceção [no reajuste do salário mínimo] para 2011. Ou vale para todos os anos ou não vale”, disse Mantega.
O cálculo do salário mínimo leva em conta a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes, corrigida pela inflação. Para 2011, o índice elevaria o valor a R$ 543, arredondados para R$ 545 por Dilma.
Para 2012, a expectativa do governo é a concessão de um aumento na faixa dos 10%, que teria impacto sobre a folha de pagamento dos funcionários públicos e dos aposentados.
Em reuniões nas próximas semanas, governo e sindicalistas voltarão a tratar do assunto, além de discutir aumentos para aposentados e pensionistas, e a correção da tabela do Imposto de Renda.
Fonte: UOL Notícias
por master | 04/02/11 | Ultimas Notícias
Após quase três horas de conversas, as centrais sindicais e o governo federal não chegaram a um acordo sobre o valor do salário mínimo. De acordo com o presidente da Força Sindical, deputado federal Paulo Pereira da Silva, “o governo propõe uma política de valorização do mínimo, mas não teve acordo sobre o valor do salário mínimo para este ano.”
O sindicalista disse que, sem consenso sobre o valor do mínimo deste ano, as negociações sobre os outros assuntos da pauta ficaram comprometidas. Segundo ele, as centrais não aceitam fechar nenhum acordo que não inclua aumento real para o salário mínimo de 2011 e para os aposentados, além da correção da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física.
O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique da Silva, disse que o encontro foi frustrante. Para ele, o governo apresentou “argumentos totalmente fora da realidade” para não aumentar o piso nacional acima dos R$ 545 já oferecidos.
Silva informou que as centrais e o governo devem se reunir novamente na semana que vem. Caso não haja acordo, os sindicalistas pretendem levar a discussão sobre o mínimo para o Congresso Nacional.
Além da CUT e da Força Sindical, participaram da reunião de hoje os representantes da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), União Geral dos Trabalhadores (UGT) e da Nova Central. Pelo governo federal, o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho; o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi. A reunião ocorreu no escritório da Presidência da República em São Paulo. Dezenas de sindicalistas fizeram uma manifestação na entrada do prédio, na Avenida Paulista, por um salário mínimo maior.
Fonte: Agência Brasil
por master | 04/02/11 | Ultimas Notícias
O salário mínimo no Brasil deveria ser de R$ 2.194,76 para suprir as necessidades do trabalhador e sua família, de acordo com os cálculos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socieconômicos (Dieese). O valor estimado é 4,06 vezes maior do que o mínimo vigente, de R$ 540.
Para chegar nesse número, o Dieese levou em conta o maior custo apurado para a cesta básica em dezembro – o de São Paulo, de R$ 261,25 – e considerou o dispositivo constitucional que determina que o salário deveria ser suficiente para a manutenção do trabalhador e sua família, suprindo suas despesas com alimentação, moradia, vestuário, saúde, transporte, educação, higiene, lazer e previdência.
De qualquer forma, o trabalhador que recebe o salário mínimo oficial precisou cumprir 95 horas e 3 minutos de serviço para comprar os produtos básicos no primeiro mês de 2011, considerando-se a média de valores das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese.
(Paula Cleto | Valor)
Fonte: Valor Econômico
por master | 04/02/11 | Ultimas Notícias
O desemprego e a precariedade permanecem como flagelos mundiais, confirma a OIT que destaca como particularmente grave a situação nos países ditos desenvolvidos.
Segundo relatório “Tendências mundiais do emprego – 2011”, divulgado pela Organização Internacional do Trabalho, o número de desempregados em 2010 permanece inalterado face a 2009, isto é, mais de 205 milhões de pessoas em todo o mundo continuam sem ocupação laboral, situação agravada pela crise iniciada há dois anos e meio.
Entre os jovens, a taxa de desemprego mundial situa-se nos 12,6 por cento, o dobro da taxa global, atingindo quase 78 milhões de indivíduos, mas a organização admite que este valor está longe de refletir a realidade.
Em 56 países, existiam no ano passado menos 1,7 milhões de jovens à procura de trabalho, o que indica que entre este estrato da população muitos já nem sequer se preocupam em fazer parte das estatísticas dos ativos à procura de ocupação.
A OIT nota igualmente que a taxa que mede a capacidade de gerar emprego desceu de 61,7 por cento em 2007 para 61,1 por cento em 2010, e que este indicador continuava a descer na imensa esmagadora maioria dos 64 países com dados disponíveis.
A situação é particularmente grave nos chamados países industrializados, nos quais vive metade dos 27,6 milhões de trabalhadores que perderam o emprego desde 2007.
Na União Europeia e nas chamadas nações desenvolvidas (Canadá, EUA, Austrália, Nova Zelândia, Israel, Japão, Islândia, Noruega e Suíça), a taxa de desemprego cresceu para 8,8 por cento o ano passado.
Neste grupo de países, o desemprego subiu 55 por cento entre 2007 e 2010, isto apesar de neles viver menos de 15 por cento da população ativa mundial. Só na indústria foram dilapidados 9,5 milhões de postos de trabalho.
A OIT estima que em 2011 o desemprego mundial caia ligeiramente, mas prevê que, ainda assim, existam mais 15 milhões de desempregados nos países industrializados do que em 2007.
O estudo divulgado em Genebra garante também que, apesar da produtividade do trabalho ter aumentado, tal não se reflete nos salários. De igual modo, a crise agravou a precariedade, subsistindo, em 2010, mais de 530 milhões de trabalhadores nesse regime de instabilidade.
Fonte: Avante! – PCP