por master | 07/07/10 | Notícias NCST/PR
O Sintracom-Londrina (Sindicato dos Trabalhadores na Construção e no Mobiliário de Londrina e Região), através de sua assessoria jurídica, conseguiu viabilizar o pagamento de mais R$ 82 mil, valor a ser distribuído entre 12 trabalhadores que esperavam receber o que a Encol S/A lhes devia desde que entrou em processo de falência em 1997.
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por master | 06/07/10 | Ultimas Notícias
Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário aguarda proposta de reajuste para definir paralisação. Prefeito reafirmou que só deve decidir sobre aumento da tarifa após relatório da CEI
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário de Londrina (Sinttrol), João Batista da Silva, não descartou uma possível greve dos funcionários do transporte coletivo nesta semana. Um indicativo de greve já havia sido aprovado pela categoria na semana passada. Os trabalhadores reivindicam 6% de reajuste salarial mais 4% por produtividade.
Silva contou que houve uma reunião com o prefeito Barbosa Neto (PDT) no início da tarde desta terça-feira (14). “Fomos entregar a ele um pedido para que ele faça o que lhe cabe e exerça a prerrogativa de decidir o valor da tarifa”, disse. O prefeito reafirmou que só deve decidir sobre mudanças no valor da tarifa após entregue o relatório da Comissão Especial de Inquérito (CEI) da planilha do transporte coletivo.
As empresas ainda não manifestaram nenhuma proposta de reajuste. “Vamos fazer uma assembleia na quarta-feira (15) e se não houver nenhuma proposta, poderemos entrar em greve. Pode ser que não tenha, caso o prefeito aumente o valor da tarifa”, disse. Segundo o presidente do sindicato, as empresas alegam que não podem reajustar nem 1% do salário se não houver aumento no valor da tarifa.
Questionado sobre qual o valor ideal da tarifa, Silva preferiu não determinar. “Nós defendemos uma tarifa justa para que o reajuste salarial seja concedido. Agora, qual tarifa, nós não sabemos. Quem vai decidir é o poder executivo”, afirmou. Para a assembleia, foram convidados representantes das empresas, da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU), do Ministério Público do Trabalho, entre outros.
O sindicalista apontou que existem cerca de 1,7 mil funcionários no transporte coletivo, entre motoristas, cobradores, fiscais, mecânicos, e na parte administrativa. Para o vereador Joel Garcia (PDT), presidente da CEI da planilha, a questão do reajuste da tarifa do transporte coletivo está sendo usada de forma política pelo Sinttrol. “Ele [o sindicato] está brincando com coisa séria, pois está usando o reajuste salarial para pressionar a Câmara e o Executivo para aumentar a tarifa. Quem aumenta o salário é a empresa e não os vereadores. Essa foi uma forma de pressionar um diálogo”, afirmou.
Impasse político
Na segunda-feira (6), os vereadores que compõem a CEI apresentaram um relatório parcial dos trabalhos e afirmaram que o valor justo a ser cobrado pela tarifa é de R$ 1,99. Atualmente, o preço da tarifa é de R$ 2. Segundo o presidente da Comissão, vereador Joel Garcia (PDT), esse valor foi obtido acrescentando o valor mínimo de lucro estabelecido em contrato, que é de 7,5%. Pelo contrato, a taxa de lucro das empresas varia de 7,5% a 10%. “Tirando os custos das empresas a tarifa seria de R$ 1,85. Ao acrescentarmos os 7,5%, chegamos ao valor de R$ 1,99”, comentou.
O relatório foi contestado por diretores da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) e pelo prefeito Barbosa Neto (PDT), na quinta-feira (9). Os diretores da CMTU apresentaram algumas distorções no documento: como os números de funcionários das empresas e da frota de veículos.
Segundo o diretor da CMTU, Wilson de Jesus, o relatório apresenta uma diferença de 240 funcionários a menos, além de citar em determinados pontos a frota com 329 veículos e em outro com 319. “Se corrigirmos esses erros o valor passa de R$ 1,99 para R$ 2,26”, afirmou Jesus.
Barbosa afirmou que não tomará nenhuma medida populista em relação à nova tarifa De acordo com o prefeito, a decisão será tomada com prudência, mas não há como fazer milagres.
Confusão
A tarifa foi reajustada no fim do ano passado, mas o aumento foi suspenso pela Justiça antes mesmo de entrar em vigor. O reajuste da passagem era para ter entrado em vigor em 28 de dezembro, porém uma decisão da juíza Zilda Romero, no dia 27 de dezembro, impediu que o aumento da passagem fosse implantado.
No entanto, a manhã do dia 29 de dezembro começou confusa para os usuários do transporte coletivo porque as empresas não respeitaram a decisão judicial. Por volta das 9h, os ônibus que saíam do Terminal Urbano cobravam a antiga tarifa de R$ 2, mas os passageiros que entraram nos carros nos bairros em direção ao Centro pagaram a nova tarifa de R$ 2,25.
por master | 06/07/10 | Ultimas Notícias
Categoria reuniu-se segunda-feira em assembléia e deve paralisar na próxima quarta-feira
O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Londrina (Sintroll) decidiu suspender o indicativo de greve anunciado pela categoria para segunda-feira passada (5 de julho)
Após uma reunião com representantes do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros e de Característica de Metropolitano de Londrina (Metrolon), no Ministério Público do Trabalho, eles decidiram fazer mais um negociação e deliberaram pela rejeição das propostas apresentadas pelas empresas que fazem o transporte coletivo de Londrina.
Foram 796 votos contrários, contra 160 a favor.
Três propostas foram votadas: suspensão da greve na segunda-feira passada; reajuste de 5,5% e manutenção da função de cobrador.
A categoria deseja reajuste de 5,5% de reajuste, sendo 4% de ganho real e a manutenção do cargo de cobrador pelos próximos três anos.
Segundo o presidente do Sintroll, João Batista, a atitude das empresas mudou bastante se comparada com o último encontro. “Podemos dizer que a proposta ficou um pouco melhor agora, apesar de ainda não ser a ideal. Aquele percentual de 5,5% de reajuste já será praticado no quinto dia útil de julho. Conseguimos ainda chegar a um reajuste de 6,25%, mas isso só será feito a partir do momento que for restabelecida a tarifa de R$ 2,25”, afirma. Atualmente a tarifa custa R$ 2,10 em Londrina.
Outro ponto destacado por Batista é a negociação de outra condição estabelecida pelos dirigentes do Metrolon. “Continuamos negociando a condição estabelecida anteriormente. Eles queriam atender uma de nossas reivindicações apenas se os condutores do sênior midi (Micro-ônibus que extingue o cobrador) aceitassem dirigir e cobrar”, diz. O Metrolon informou que irá aguardar o resultado da reunião do Sintroll.
Ontem a paralisação foi aprovada novamente e marcada para a próxima quarta-feira, 7 de julho num período de duas horas. Hoje ainda haverá uma nova reunião para uma possível negociação.
por master | 06/07/10 | Ultimas Notícias
O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) voltou atrás e não vai mais barrar a venda de automóveis que não passaram por um processo de recall – quando foram convocados. O órgão afirma que não há base legal para levar adiante a mudança, pois seria necessário alterar o Código de Trânsito. Por outro lado, o Denatran afirma que o sistema de informações de recall que será criado em breve vai possibilitar incluir a pendência no documento de licenciamento para garantir que os futuros compradores tenham conhecimento da situação.
por master | 06/07/10 | Ultimas Notícias
Aumento é até 29,53%, mas terá impacto menor devido ao corte da URP.
Professores e servidores técnico- administrativos das universidades federais terão um reforço no próximo contracheque. Os salários-base dos técnicos serão reajustados de 16,49% a 29,53%. Para os docentes, o aumento incide sobre a Retribuição por Titulação da Carreira do Magistério Superior, chegando a 143,52%, e sobre a Gratificação Específica do Magistério Superior, com variação até 14%. O percentual depende do nível e da classe que cada servidor ocupa na estrutura do plano de carreira. “O reajuste está garantido para o salário de 1º de agosto”, confirma o reitor da UnB, José Geraldo de Sousa Junior.
O aumento salarial faz parte de um acordo assinado em 2007 entre a Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Públicas Brasileiras (Fasubra) e o Governo Federal. Para os técnicos da UnB, no entanto, o reajuste não terá o efeito esperado. A determinação do Ministério do Planejamento de cortar 26,05% dos salários da categoria fará com que o aumento represente, no máximo, a reposição do corte. O aumento previsto para um servidor que recebe o menor salário da carreira, por exemplo, não alcança a perda da URP. O vencimento desse servidor, que é hoje de R$ 888,16, passará a ser de R$ 1.034,59 a partir de 1º de agosto. Sem o reajuste e com a URP o salário era de R$ 1.119,52. Ou seja, mesmo com o aumento esperado há três anos, o salário final ainda será menor. Se tivesse o aumento e a URP, a remuneração seria de R$ 1.304,10, já que a URP incide sobre o salário-base. Estão nessa categoria os servidores de níveis fundamental e médio, para os quais o percentual de acréscimo foi de 16,49%. “O reajuste não tem relação com a URP. Não se trata de reposição, mas de um aumento garantido há três anos e que é esperado pela categoria”, diz Antônio Guedes, coordenador-geral do Sindicato dos
Trabalhadores da Fundação Universidade de Brasília (Sintfub).
GANHO
Os únicos casos em que o reajuste representará algum ganho mesmo sem a URP são aqueles em que o aumento é de 29,53% sobre o vencimento básico. Enquadram-se neste perfil os servidores de nível superior com mestrado e doutorado, aqueles cujos salários-base ultrapassam R$ 2.989,33, chegando a R$ 5.650. Em greve há mais de cem dias, os servidores técnicos aguardam o resultado de um pedido de liminar no Supremo Tribunal Federal. A expectativa é que a decisão assegure o pagamento da URP até que o caso seja julgado definitivamente, tal qual ocorreu com os professores. Os professores tiveram o pagamento da URP garantido por liminar da ministra Cármen Lúcia. O corte da URP foi determinado pelo Ministério do Planejamento em março deste ano. Entre os docentes, o maior aumento saíra para os de nível 4 com carga de 20 horas semanais e representará R$ 193,51 a mais, considerando- se a soma dos dois reajustes, um sobre a Retribuição por Titulação da Carreira do Magistério Superior (RT) e sobre a Gratificação Específica do Magistério Superior (Gemas). Na RT, o aumento é de 143,52%, de R$ 63,88 para R$ 155,56. E só a Gemas passará de R$ 973,33 para R$ 1.075,16 (mais 10,46%).
SAIBA +
O acordo que resultou no reajuste foi incluído por medida provisória na Lei 11.091 de 2005, no caso dos servidores técnicos. Para os professores, o aumento foi garantido pela Lei 11.344 de 2006. A negociação encerrou a greve das instituições federais de ensino superior que durou quase cem dias. O aumento foi dividido em três parcelas anuais, a primeira paga em 2008. O reajuste que será computado em 1º de agosto equivale à última e maior parcela.