por master | 11/11/11 | Ultimas Notícias
A diretora-executiva da ONU Mulheres, Michelle Bachelet, defendeu nesta quinta (10) o uso de cotas e outras medidas de ações afirmativas para integrar as mulheres ao mundo da política e avançar na conquista de uma “maior democracia e igualdade social”.
Ex-presidente do Chile, Bachelet fez essas declarações durante uma conferência no ato inaugural da 26ª Reunião Especializada da Mulher do Mercosul (REMM), na sede do Parlamento uruguaio, que contou com a participação, entre outras autoridades, da vice-secretária-geral das Nações Unidas, Asha-Rose Migiro.
Ela destacou que o avanço nos direitos das mulheres representa um processo que beneficia a todos devido ao que chamou de “necessidade irrenunciável” de expandir as oportunidades e uma maior presença delas na esfera política.
A diretora-executiva constatou a baixa representação da mulher nos cargos políticos decisórios na América Latina como o pior problema para a igualdade na região, o que repercute negativamente na criação de medidas para proporcionar às mulheres direitos e oportunidades.
“Se trabalharmos pela integração das mulheres na política e na igualdade de gênero, vamos conseguir uma melhor democracia, mais desenvolvimento econômico, mais participação e mais coesão social, elementos necessários para o desenvolvimento de um país”, ressaltou.
Bachelet afirmou que participar de uma democracia não é ter apenas o direito de escolher, mas também o de ser eleito, e que é necessário estabelecer mecanismos para nivelar as oportunidades e que favoreçam a participação equilibrada de homens e mulheres.
por master | 11/11/11 | Ultimas Notícias
A diretora-executiva da ONU Mulheres, Michelle Bachelet, defendeu nesta quinta (10) o uso de cotas e outras medidas de ações afirmativas para integrar as mulheres ao mundo da política e avançar na conquista de uma “maior democracia e igualdade social”.
Ex-presidente do Chile, Bachelet fez essas declarações durante uma conferência no ato inaugural da 26ª Reunião Especializada da Mulher do Mercosul (REMM), na sede do Parlamento uruguaio, que contou com a participação, entre outras autoridades, da vice-secretária-geral das Nações Unidas, Asha-Rose Migiro.
Ela destacou que o avanço nos direitos das mulheres representa um processo que beneficia a todos devido ao que chamou de “necessidade irrenunciável” de expandir as oportunidades e uma maior presença delas na esfera política.
A diretora-executiva constatou a baixa representação da mulher nos cargos políticos decisórios na América Latina como o pior problema para a igualdade na região, o que repercute negativamente na criação de medidas para proporcionar às mulheres direitos e oportunidades.
“Se trabalharmos pela integração das mulheres na política e na igualdade de gênero, vamos conseguir uma melhor democracia, mais desenvolvimento econômico, mais participação e mais coesão social, elementos necessários para o desenvolvimento de um país”, ressaltou.
Bachelet afirmou que participar de uma democracia não é ter apenas o direito de escolher, mas também o de ser eleito, e que é necessário estabelecer mecanismos para nivelar as oportunidades e que favoreçam a participação equilibrada de homens e mulheres.
por master | 11/11/11 | Ultimas Notícias
Enquanto países desenvolvidos têm como principal preocupação a crise econômica internacional e seus efeitos, o Brasil tem uma pauta de discussões diferente, baseada em investimentos e crescimento, disse nesta quinta (10) a presidente Dilma Rousseff.
“Minha pauta é completamente diferente da pauta dos países desenvolvidos. Eles discutem crise, dívida soberana e dívida de banco. Nós aqui discutimos investimento, redução de impostos, crescimento e como vamos cada vez mais ampliar o espaço do Brasil no mundo”, disse a presidenta, após cerimônia no Palácio do Planalto.
O crescimento do Brasil, avaliou Dilma, será menos afetado pela atual crise internacional do que em 2008, quando o mundo também enfrentou turbulências econômicas. Ela disse que fará o “possível e o impossível” para que o crescimento do país seja cada vez maior. “Trata-se de manter, de um lado, as condições de solidez macroeconômica que temos e, de outro, de dar prioridade às políticas de investimento.”
Após a cerimônia o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que a economia brasileira voltará a crescer nos meses de novembro e dezembro. Segundo ele, no atual momento é impossível permitir aumentos de gastos.
por master | 11/11/11 | Ultimas Notícias
Enquanto países desenvolvidos têm como principal preocupação a crise econômica internacional e seus efeitos, o Brasil tem uma pauta de discussões diferente, baseada em investimentos e crescimento, disse nesta quinta (10) a presidente Dilma Rousseff.
“Minha pauta é completamente diferente da pauta dos países desenvolvidos. Eles discutem crise, dívida soberana e dívida de banco. Nós aqui discutimos investimento, redução de impostos, crescimento e como vamos cada vez mais ampliar o espaço do Brasil no mundo”, disse a presidenta, após cerimônia no Palácio do Planalto.
O crescimento do Brasil, avaliou Dilma, será menos afetado pela atual crise internacional do que em 2008, quando o mundo também enfrentou turbulências econômicas. Ela disse que fará o “possível e o impossível” para que o crescimento do país seja cada vez maior. “Trata-se de manter, de um lado, as condições de solidez macroeconômica que temos e, de outro, de dar prioridade às políticas de investimento.”
Após a cerimônia o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que a economia brasileira voltará a crescer nos meses de novembro e dezembro. Segundo ele, no atual momento é impossível permitir aumentos de gastos.
por master | 11/11/11 | Ultimas Notícias
Ipea indica que Roraima tem piores resultados em três décadas, ao passo que Paraíba diminui mais a diferença entre ricos e pobres
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) avalia que a redução da desigualdade no Brasil se dá em ritmos variados de acordo com a região e com os estados analisados. No balanço geral, o índice Gini, que mede o nível de igualdade em uma sociedade, recuou 22,8% em 30 anos.
Em linhas gerais, a década de 1980 foi perdida em termos de diminuição da disparidade de renda. A partir de 1990 tem início uma trajetória de queda no índice quanto ao rendimento domiciliar. No balanço, o Gini vai de 0,31 em 1980 para 0,24 em 2010 – em uma escala na qual 1 significa absoluta desigualdade e 0 significa absoluta igualdade.
Por regiões, o Nordeste foi o que mais avançou nestas três décadas, reduzindo em 39% a desigualdade no rendimento médio por pessoa. O Norte teve o menor recuo, de 14,9%. O Centro-oeste teve queda significativa, de 37,5%, seguido pelo Sul, com 29,6%, e do Sudeste, com 26,3%. Em termos absolutos, a disparidade é menor no Centro-oeste, tendo na segunda posição o Nordeste, seguido por Sul, Sudeste e Norte.
São números que refletem diretamente o desempenho dos estados. Enquanto a Paraíba diminuiu em 47,9% a desigualdade no rendimento per capita, Roraima teve elevação de 22,8% neste quesito – no intervalo entre 1980 e 2010, apenas o Amapá se soma ao grupo que registrou aumento (14,8). Além da Paraíba, destacaram-se na redução da desigualdade Tocantins (40,7%), Rio Grande do Norte (41,6%), Piauí (40,8%), Goiás (37,4%) e Ceará (38,6%).
por master | 11/11/11 | Ultimas Notícias
Ipea indica que Roraima tem piores resultados em três décadas, ao passo que Paraíba diminui mais a diferença entre ricos e pobres
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) avalia que a redução da desigualdade no Brasil se dá em ritmos variados de acordo com a região e com os estados analisados. No balanço geral, o índice Gini, que mede o nível de igualdade em uma sociedade, recuou 22,8% em 30 anos.
Em linhas gerais, a década de 1980 foi perdida em termos de diminuição da disparidade de renda. A partir de 1990 tem início uma trajetória de queda no índice quanto ao rendimento domiciliar. No balanço, o Gini vai de 0,31 em 1980 para 0,24 em 2010 – em uma escala na qual 1 significa absoluta desigualdade e 0 significa absoluta igualdade.
Por regiões, o Nordeste foi o que mais avançou nestas três décadas, reduzindo em 39% a desigualdade no rendimento médio por pessoa. O Norte teve o menor recuo, de 14,9%. O Centro-oeste teve queda significativa, de 37,5%, seguido pelo Sul, com 29,6%, e do Sudeste, com 26,3%. Em termos absolutos, a disparidade é menor no Centro-oeste, tendo na segunda posição o Nordeste, seguido por Sul, Sudeste e Norte.
São números que refletem diretamente o desempenho dos estados. Enquanto a Paraíba diminuiu em 47,9% a desigualdade no rendimento per capita, Roraima teve elevação de 22,8% neste quesito – no intervalo entre 1980 e 2010, apenas o Amapá se soma ao grupo que registrou aumento (14,8). Além da Paraíba, destacaram-se na redução da desigualdade Tocantins (40,7%), Rio Grande do Norte (41,6%), Piauí (40,8%), Goiás (37,4%) e Ceará (38,6%).